Audiotoures Ficcionales – montagens

Grãos de história

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2022)   GRÃOS DE HISTÓRIA    (Festividades 100 anos do KKKK, SESC Registro SP (Brasil). 2022)   Depois de muito tempo, Ima volta à sua cidade natal, Registro, para assistir à celebração do Toori Nagashi e para se encontrar com Lu, seu amigo de infância. Mas algo acontece durante a cerimônia e ela termina deixando uma gravação na qual revela o que ocorreu. Cabe a você, agora, assumir o papel de Lu e seguir seus passos. “Grãos de história” é uma viagem que nos leva a percorrer a área do KKKK, conhecer sua história e nos conectar de forma sensível com a memória de seus espaços e do entorno.     FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Voz: Manuela Afonso Participação na voz: Thomas Huszer Tradução ao português: Alessandro Atanes Canção “Trincheira da esperança”: Antonio de Lara Mendes Haiku do final: Matsuo Bashô Produção geral: Nina de Souza e Felipe França Gonzalez Agradecimentos: Akemi Hijioka, Antonio de Lara Mendes e Anisia Lourenço Mendes, Ume e Teresinha do Sitio Shimada, Museu da Imigração Japonesa de Registro, Joice Takahashi do Bunkyo de Registro Co-produção: BiNeural-MonoKultur + Difusa Fronteira Realização: Sesc Registro          

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Seguindo o caminho dos quatro elementos – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   Seguindo o caminho dos quatro elementos   (SESC Sorocaba (SP), Brasil. Na programação permanente da unidade desde 2012.)   Ulises, estudante que acabou de entrar no curso de arquitetura, vai ao SESC Sorocaba para cumprir uma tarefa da faculdade – e para se encontrar com Tália, a garota de seus sonhos. Mas ela, em vez de ir ao encontro, deixa para ele uma misteriosa mensagem pelo celular. Esta mensagem leva Ulises a seguir pistas enigmáticas e a dar passos em um caminho que vai lhe transformando…   FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Daniel Gonzalez Xavier Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Elenco: Gui Martelli (Ulises) e Tatiane Paris (Gaby) Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf Assessoramento de pesquisa: Equipe SESC Sorocaba Co-Produção: Felipe França Gonzalez Co-Produção: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Sorocaba.   PESQUISA: Fomos convidados a realizar um Audiotour Ficcional pela nova unidade do SESC Sorocaba, inaugurada recentemente, com o pedido de enfocar nosso trabalho no tema da sustentabilidade, já que a construção do prédio foi realizada seguindo tais princípios. A cena se desenvolve dentro da unidade do SESC e, além do passeio ficcional, tem também uma finalidade didática. Pesquisamos todos os princípios sustentáveis da construção, os recursos energéticos, os materiais e o paisagismo da nova unidade. A partir dessa pesquisa, o audioturista vai descobrindo estes princípios sustentáveis em diferentes pontos da unidade. Além disso, durante o percurso, são mencionadas também lendas sobre plantas e pontos históricos próximos ao SESC.

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Pio Lourenço por

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   Pio Lourenço – O rastro das palavras (Mostra Infinito Interior. SESC Araraquara, SP, Brasil. 2009)   Severino vem a Araraquara para o que parece ser a última etapa de uma misteriosa investigação iniciada na Amazônia. Cabe a você ajudá-lo a seguir os rastros das palavras nesta rapsódia literária pelo universo de Pio Lourenço e Mário de Andrade.   FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Felipe França Gonzalez Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Christina Ruf, Ariel Dávila e Felipe França Gonzalez Assessoramento de pesquisa: Célio Gardini Elenco: Ricardo Dimas (Severino), Alcindo Sabino (Mario de Andrade) e Beto Severiano (Pio Lourenço) Participação: Iracema de Carvalho (como ella misma) Produção geral: Felipe França Gonzalez Co-Produção: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Araraquara. Agradecimentos: Prof. Luis Amarel e equipe SESC Araraquara   PESQUISA:  Neste caso, recebemos o convite para realizar um Audiotour Ficcional sobre um personagem histórico específico: o tio do famoso autor Mário de Andrade, Pio Lourenço, que morava em sua granja em Araraquara. Contamos com um material muito rico sobre a vida do próprio Pio e sua relação com o sobrinho. Na obra entram textos originais de cartas trocadas pelos dois, como também partes do romance emblemático que Andrade escreveu na granja do tio em Araraquara, “Macunaíma”. Além destes documentos históricos, incorporamos também a voz de Iracema de Carvalho, uma senhora já de avançada idade que havia conhecido Pio Lourenço pessoalmente. Entre os lugares pelos quais o percurso passa está a antiga granja de Lourenço, para onde Andrade costumava ir para escrever, como também a pequena sala na biblioteca municipal da cidade onde hoje são guardados os arquivos, fichas e livros de Lourenço, além da escrivaninha na qual Andrade escreveu sua famosa obra. Neste sentido, esta edição do Audiotour Ficcional foi uma das mais documentadas até agora. A ficção se limita a criar o personagem de um pesquisador com bagagem literária que está em busca de solucionar um enigma pessoal relacionado ao livro “Macunaíma”.

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Meu nome é Vera – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   Meu nome é Vera   (Centro Cultural da Juventude CCJ “Ruth Cardoso”, São Paulo, Brasil, 2012)   Renata recebe uma gravação misteriosa. Nela, sua amiga Vera revela um segredo familiar que nunca deveria ter descoberto. Cabe a Renata seguir as pistas deixadas por um trajeto em busca da revelação da verdade.   FICHA TÉCNICA: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Meire Nunes Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf e Samanta Biotti Elenco: Ana Luiza Leão (Vera) Participação na voz e músicas “Tem que acreditar”, “Eternize” e “Pouca Coisa”: zoioomc Participação especial: Marcelo Gregorio Produção: Samanta Biotti Produção geral: Felipe Gonzalez (Difusa Fronte(i)ra) Co-produção: BiNeural-MonoKultur, Difusa Fronte(i)ra e CCJ Agradecimentos: Luiz Carlos Ribeiro, Gerson Kunii e Yudi Watanabe da Associação Nipo-Brasileira, JR. Material Fotográfico Ltda-ME   PESQUISA: A pesquisa foi realizada sobre o bairro Vila Nova Cachoeirinha, na região noroeste de São Paulo. É um bairro marginal da cidade cuja população cresceu muito e com muita mobilidade social da classe baixa para a classe média. A cultura que predomina nesta região e que se reflete bastante no Centro Cultural da Juventude é marcada pela música do Hip Hop e Rap, a cultura do grafite e os “Saraus”, encontros informais nos quais são recitadas poesias. Muitas vezes são as mulheres que sustentam as famílias. Descobrimos que o bairro foi praticamente fundado por imigrantes japoneses. Há um clube japonês no bairro e podem ser encontradas numerosas sepulturas de japoneses no cemitério, que fez parte do percurso do Audiotour Ficcional. Parte de nossa pesquisa foi de entrevistas com os moradores mais antigos do bairro. Um vizinho dividiu conosco não somente uma foto do começo da região mas também uma história já quase esquecida que aconteceu ali. A partir dessa história criamos uma ficção onde a protagonista, uma jovem poeta urbana, mestiça de negros e japoneses, descobre um segredo de seu próprio passado familiar.

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À margem do rio – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   À margem do rio   (Festival “Lugares da Memória”. SESC Piracicaba, SP (Brasil). 2013)   Tadeu Andrade volta à Rua do Porto para realizar um tramite familiar. Mas em sua caminhada pelas margens do rio descobre que em sua família há um segredo que o transformará. Deixa uma gravação para seu filho com a revalação de um mistério. Agora cabe a você assumir o papel deste filho e seguir o seus passos.   FICHA TÉCNICA: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Alessandro Atanes Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf + Gabriela Giannetti Elenco: Antônio Chapeú (vozes masculinas), Gabriela Giannetti (voz feminina) Participação especial: Moacir Siqueira com o duo Gustavo e Gabriel Produção local: Gabriela Giannetti Produção geral: Felipe Gonzalez (Difusa Fronte(i)ra) Co-produção: BiNeural-MonoKultur, Difusa Fronte(i)ra + SESC Piracicaba Agradecimentos: Caroline Sotilo, Laudir Sartori, Sr Lalo, Sr Luiz, Sr Borghesi, Restaurante Roda dos Ventos, Ponto de Cultura Garapa, Irmandade do Divino, a banda Os Pamonheiros e equipe SESC Piracicaba.   PESQUISA: O Audiotour Ficcional “À margem do rio” fez parte do Festival “Lugares da Memória” organizado pelo SESC em São Paulo. Na unidade do SESC Piracicaba o evento teve como enfoque a recuperação da rua na margem do rio, a Rua do Porto, lugar emblemático ao longo da história da cidade. O rio teve uma importância vital para o lugar tanto histórica como economicamente. No entanto, esteve por um período abandonado, ficando completamente contaminado. A cidade deu as costas a ele. Na última década, a Rua do Porto através de diferentes medidas urbanísticas se converteu em um polo turístico e gastronômico. As mudanças foram tão necessárias como radicais e só agora a cidade parece poder parar para recuperar também a memória do lugar. Neste contexto, nos encarregamos nesta edição do Audiotour Ficcional de repassar memórias dos moradores da antiga Rua do Porto e mesclá-las com a realidade atual dos habitantes e sua relação com o rio (o qual lamentavelmente continua bastante contaminado).

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A Deriva por

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   A Deriva   (Mostra SESC Santos Permanente transitório: o espaço expandido. Santos (SP), Brasil. 2008)   Neocitas, um novo projeto urbanístico para Santos, desaparece junto com o seu criador, Walter Hiroshi. A contagem regressiva definitiva para o futuro da cidade foi iniciada e cabe a você seguir os passos guiados por uma máquina na revelação de um grande segredo. Em que consiste o projeto de Hiroshi? Que interesse alguém poderia ter em impedi-lo? O que você poderá fazer para salvar o Neocitas?   FICHA TECNICA: Conceito, roteiro e direção: Ariel Dávila e Christina Ruf Tradução: Felipe Gonzalez Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Christina Ruf, Ariel Dávila e Felipe Gonzalez Assessoramento de pesquisa: Alessandro Atanes Elenco: Daniel Lopes (Rodrigo Álvares) e Simone de Melo (Aparecida) Trechos de poemas utilizados: “Porto”, de Roldão Mendes Rosa, e “Cais”, de Narciso de Andrade. Co-Produção: Felipe Gonzalez Co-produção: BiNeural-MonoKultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Santos.   PESQUISA: Nesta ocasião, a pesquisa se concentrou bastante na questão arquitetônica, tanto da cidade como do próprio prédio do SESC Santos. A pedido do SESC, a obra transcorre na maior parte de seu trajeto por dentro das instalações da unidade. Não estudamos só os projetos urbanísticos históricos da cidade como, por exemplo, o sistema de canais ou os característicos edifícios inclinados em frente ao mar, mas também o porto e sua importância para a imigração japonesa e os negócios. O personagem criado resulta ser um arquiteto que se encontra metido de repente em uma rede conspiratória sobre um novo projeto urbanístico. Em sua totalidade, a trama tem uma marca bastante ficcional, muito mais que em outras realizações.

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Actualización y versión en 3 idiomas de ENTRE MUNDOS – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   ENTRE MUNDOS – diario de um Caraíba   (SESC Bertioga, São Paulo, Brasil, na programação permanente de 2008 até final de 2009) (Actualização e versão em três línguas para a VI Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade “O Melhor de Ambos os Mundos”. Bertioga, SP (Brasil). Na programação permanente desde o 2014)   Luis Mendes vem ao SESC Bertioga para passar as férias com sua família. Porém, um sonho recorrente altera o que seriam dias de tranquilidade. Deixa uma gravação como uma mensagem na garrafa, convidando você a seguir seus passos para revelar um mistério. Lendas indígenas, fatos históricos e detalhes do meio ambiente da região levarão o participante a uma viagem entre distintos mundos.   FICHA TÉCNICA 2014 (em 3 línguas): Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Felipe França Gonzalez e Mark Eilers Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf e Felipe França Gonzalez Assessoramento de pesquisa: Carlos Eduardo de Castro e equipe SESC Bertioga Elenco versão em português: Carlos Morelli, Gui Martelli e Silvio Roupa. Elenco versão em inglês: Johnny Melville, Rodrigo Haddad e Soren Hellerup. Elenco versão em espanhol: Ieltxu Martinez Ortueta, Gui Martelli e Alejandro Lopez Participação especial: Sofia de Figueiredo Galante e Marcelo Bookerman Realização: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Bertioga   FICHA TÉCNICA 2008: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Felipe França Gonzalez Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf e Felipe França Gonzalez Assessoramento de pesquisa: Carlos Eduardo de Castro e equipe SESC Bertioga. Elenco: Bruno Fracchia (Luiz Mendes), Marcelo Bokermann (Cunhambebe), Silvio Roupa (narrador). Participação: Sofia de Figueiredo Galante (filha de Luiz Mendes) Co-Produção: Felipe França Gonzalez Co-Produção: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Bertioga   PESQUISA: No caso de “Entre Mundos”, a pesquisa foi muito extensa e sumamente interessante. O pedido por parte do SESC Bertioga foi para que tocássemos na temática ecológica, já que a unidade está localizada em uma região onde ainda existem restos da Mata Atlântica, inclusive uma reserva de proteção de fauna e flora autóctone em sua própria área onde são realizados diversos projetos ecológicos. Por outro lado, nos dedicamos a conhecer a história e a cultura da região, que pode ser considerada um dos pontos mais históricos do Brasil, já que a poucos quilômetros se encontra São Vicente, a primeira cidade fundada pelos conquistadores portugueses. Também faz parte o relato histórico do alemão Hans Staden, que se encontrou com os Tupis, povo canibal que habitava essa região. Lemos sobre os mitos dos seres da selva e sobre a cultura dos indígenas da área, como a história do famoso cacique Cunhambebe, que aparece para nosso personagem de ficção em um encontro um tanto onírico. Tivemos a oportunidade de conhecer uma reserva Guarani da região e ali um pajé nos contou que eles sabem orientar seus sonhos para solucionar seus problemas cotidianos. Para uma parte da trama ficcional, nos inspiramos em uma cena de um conto de Ray Bradbury, autor de ficção científica muito admirado por nós, na qual ocorre um encontro em uma espécie de encruzilhada do tempo. Ao final, a ficção deste Audiotour Ficcional é mais sutil; o personagem é uma pessoa completamente comum que vai passando por experiências, digamos, “ancestrais”, entra em uma forma de comunicação com as culturas antigas do lugar e com a natureza que o rodeia, e empreende uma viagem no tempo e entre os mundos. A característica desta obra é muito mais onírica, poética, que as realizações anteriores.

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La culpa la tiene Niemeyer! Por

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   “La culpa la tiene Niemeyer!” – a última trilha de J.F. (Mostra SESC de Artes Circulacões. San Pablo, Brasil. 2007)   Um detetive sarcástico. Um mendigo estrangeiro. Um DJ errante. O centro excêntrico da cidade. A última faixa de um mp3. Uma experiência: será possível resolver o caso seguindo as palavras da jovem desaparecida…?   FICHA TÉCNICA: Conceito e direção: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Escritor convidado: Tiago Novaes Roteiro: Tiago Novaes, Ariel Dávila e Christina Ruf Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Atores: Vanessa Bruno (Joana), Carlos Morelli (Detetive Guedes), Fabio Marcoff (mendigo) Co-Produção: Felipe França Gonzalez Assistente de produção: Priscila Glausiusz Co-Produção: BiNeural-Monokultur e Difusa Fronte(i)ra Agradecimentos: Padre José de Assis, Maestro Jamil Maluf e equipe, Bruno Langeani, Maria Helena Guimarães de Castro e equipe, Alfonso Celso Prazeres de Oliveira e Renata Alexandre Lins.   PESQUISA: Nesta versão não houve uma pesquisa tão intensa como nas outras produções devido ao fato que, neste caso, foi realizada uma colaboração com um escritor paulistano. A trama do Audiotour Ficcional é baseada em parte no personagem do detetive Guedes, do livro “Estado Vegetativo”, do autor. Montamos uma história mais ficcional levando o personagem literário a uma nova aventura. Tocamos em temas como a arquitetura e a urbe em si e conseguimos que o Audiotour terminasse no terraço do Copan, edifício emblemático desenhado por Oscar Niemeyer. Esta versão do Audiotour Ficcional é seguramente muito mais ficcional que outras realizadas e com uma marca mais literária quanto ao estilo.

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Território Ocupado – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   Território Ocupado   (Festival “Mês da Cultura Independente – MCI”. Prefeitura de São Paulo/Cultura, SP (Brasil). 2014)   TERRITÓRIO OCUPADO é uma viagem ficcional-documental pelo centro de São Paulo. Nesta edição, os “audioturistas” percorrem em duplas um trajeto desconhecido seguindo à jovem estudante Juliane por uma caminhada que modificará para sempre a relação dela com sua cidade.   FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Alessandro Atanes Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Voz de Juliane: Ana Luiza Leão Participação especial: Dona Antônia da Ocupação Marconi Pesquisa: Ariel Dávila e Christina Ruf Produção: Isabel Cristina Rodrigues Produção geral: Felipe Gonzalez Agradecemos a: Carlos Alberto de Matos, Luisa Helena Rodrigues, Edificio Martinelli, Centro Cultural Banco de Brasil Co-produção: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e Prefeitura SP   PESQUISA: Nesta edição fomos convidados a realizar um Audiotour Ficcional pelo centro histórico de São Paulo com o fim de contribuir para o projeto de revitalização e revalorização desta área. Durante nossa investigação descobrimos os ciclos históricos que o centro teve, sobretudo nos últimos 100 anos: por muito tempo essa área foi o centro político e financeiro da cidade, mas a partir dos anos 60 aproximadamente começou a decair por diferentes causas. Tornou-se um lugar abandonado com muitos problemas de criminalidade e drogas. Durante décadas os habitantes de São Paulo a evitaram quase por completo. Depois, nos anos 90, começou um processo de recuperação da área do centro que dura até hoje. No entanto, ainda há preconceito dos paulistanos ao caminhar pelo centro. No período de decadência, muitos edifícios do centro ficaram vazios, abandonados. Houve e há um grande movimento de organizações de sem-teto que começaram a ocupar esses edifícios a fim de convertê-los em moradias sociais para trabalhadores com baixa renda. Bem nesse processo de recuperação do centro, esta situação dos edifícios ocupados por grandes movimentos é na atualidade um tema de muita importância que gera um interessante desenvolvimento, mas também conflitos. Tínhamos muito interesse em mostrar essa realidade e atualidade no Audiotour, incentivar a uma reflexão sobre as questões de ocupação de espaços e, ao mesmo tempo, através do próprio formato do Audiotour, conseguir que os participantes começassem a voltar a “ocupar” o território do centro transitando por essa área e se relacionando de uma forma sensível e particular com ela. Para o Audiotour criamos a personagem de uma estudante que vive em outro bairro e tem que se aproximar do centro por causa de um trabalho para a faculdade. Durante o trajeto os audioturistas acompanham sua vivência e como ela vai transformando sua opinião e seu olhar sobre esta área da cidade, descobrindo detalhes sobre a história dos edifícios abandonados e inclusive entrando em um edifício ocupado.

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O Caminho X Por

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   O Caminho X (El camino X)   O Caminho X (Festival Internacional de Teatro FIT, São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, 2007) (Convidado especialmente para a programação dos festejos de aniversário da cidade de São José do Rio Preto, 2008)   Em 5 de junho de 2007 uma gravação foi encontrada. Nela o historiador Artur Castro se dirige ao Padre Jonas com uma mensagem inquietante. Castro desaparece misteriosamente e não há nenhum registro do caso na justiça. Entretanto, a cidade padece de um estranho mal amnésico… Importantes informações históricas somem, monumentos desaparecem e a memória dos habitantes se torna cada vez mais difusa… Algum detalhe na história da cidade parece ser de suma importância para alguém… O que está guardado na memória deste lugar? Nunca você se perguntou por que não existe nenhum monumento ao fundador de Rio Preto? Por que alguém quis mudar o nome da cidade? Quanto tempo ainda resta antes que o esquecimento nos devore?   FICHA TECNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Felipe França Gonzalez Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf e Felipe França Gonzalez Elenco: Guido Caratori (Artur Castro) e Bia Moretti (introdução e fim) Participação: Leandro Aveiro, Anderson Niels Colaboração: Augustinho Brandi, José Vilanova, Fernando Marques e Marciana Lopes. Produção geral: Felipe França Gonzalez Co-Produção: BiNeural-Monokultur e Difusa Fronte(i)ra Agradecimentos: Padre Aparecido Donizeti Bianchi, Gilberto Capati, Jaime de Paula, Elias N. Madi, Fernando N. Madi, Edson Citalli, Márcio de Carvalho Coêlho, Jirair Carabaschian, Equipe FIT.   PESQUISA:  Como em nosso primeiro trabalho, este Audiotour Ficcional é ancorado fortemente na história da própria cidade. Inclusive nesta versão, isso é mais profundo, já que a trama da ficção fala sobre um fato real: o desaparecimento de grande parte da memória da cidade. Encontramos pedestais vazios dos quais os monumentos desapareceram há muito tempo e ninguém sabe aonde foram parar, além de edifícios abandonados e documentos perdidos do registro histórico da cidade. Criamos então o personagem de um historiador que vai perdendo a memória e precisa deixar um registro do que está descobrindo: alguém quer apagar a memória do lugar para tomar totalmente o poder. Como na primeira realização, o tom é de um policial histórico, cheio de suspense. A diferença aqui está na utilização de mais materiais históricos reais, como fotos e outros documentos, e incorporamos reconstruções sonoras de lugares abandonados como a estação de trem, recurso que mais adiante será também encontrado em outras histórias.

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