Projetos

LA NUBE – POR

LA NUBE (A NUVEM) (Audiotour Cênico) (2013 – 2015)   Na cidade aparecem sinais causados por um fenômeno desconhecido: a cor diferente do céu em alguns dias, um leve zumbido, o comportamento das pessoas… Ocorrem incidentes incomuns, com cidadãos que parecem manipulados por algum enorme controle remoto imperceptível… Uma nuvem invisível envolve a cidade… Carla é uma das vítimas destes fenômenos que ninguém pode explicar. Mas está mais envolvida no que ela mesma crê. Mauro, um antigo amigo dela, volta ao país depois de muito tempo, se encarregando de revelar o mistério. Ele suspeita de que seu ex-professor Vicente Ludi está relacionado com o que está acontecendo. Enquanto isso, a Resistência Omega está se preparando para agir… O que é A NUVEM? Como atua? E de que forma se pode pará-la? Seguiremos estes personagens em seus caminhos pela cidade para encontrar respostas…   O que é um Audiotour Cênico? Um grupo de espectadores recebe um reprodutor de mp3 com fones de ouvido e segue os personagens em seu caminho pela cidade. O público escuta o relato de alguns narradores enigmáticos que acompanha a viagem. LA NUBE apresenta a continuação da busca artística do “El Viajante“, obra que também foi construída no formato de Audiotour Cênico. Este formato propõe que os personagens / atores percorram a cidade e interajam com o espaço e com seus habitantes. Um pequeno público segue acompanhando as aventuras dos personagens escutando através do mp3 e dos fones uma voz que narra sua história. Esta narração proporciona ao espetáculo uma base literária e por sua vez nos introduz nos pensamentos do personagem e seu clima sonoro. O conceito cênico trata de experimentar com o relato em off cinematográfico sobre um personagem ficcional em um espaço real urbano.   Esta obra recebeu o ‘Fondo Estímulo a la Actividad Teatral Cordobesa Featec’ (2013), o subsídio para produção do ‘Instituto Nacional del Teatro’ (2013) e conta com o apoio do ‘Instituto Goethe Córdoba’.   Este espetáculo foi convidado a participar em: – Fiesta Provincial de Teatro del Instituto Nacional del Teatro INT, Córdoba(Arg.). 2015. – Fiesta Regional del Teatro Centro Litoral del Instituto Nacional del Teatro INT, Venado Tuerto, Santa Fé (Arg). 2014. – Um registo de LA NUBE participou no marco da mostra “Soberanía del Uso”, curada por Federico Baeza e Sebastián Vidal Mackinson, na série “Invenções cênicas do cotidiano – Projecção de registos audiovisuais de experiências teatrais”. Espacio de Arte / Fundación OSDE, Buenos Aires (Arg). 2014. – ‘Fiesta Provincial de Teatro del Instituto Nacional del Teatro INT’, Córdoba(Arg.). 2014. – 2° ‘Festival “Estival”‘, Córdoba (Arg.). 2014. – 1° ‘Festival de Estrenos’, Córdoba (Argentina). 2013.   FICHA TÉCNICA: Atuação: Melina Passadore/ Gabriela Aguirre, Marcos Cáceres e José Manuel Solís Vozes: Alicia Vissani, Gabriela Aguirre, Marcelo Arbach e Rodrigo Fonseca Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Conceito, direção, roteiro e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Produção executiva: María Luisa Stille e Priscila Sansica Objetos cênicos, figurinos, penteados: Mercedes Coutsiers com Nadia Budini, Rocio Juncos e Estefania De Gennaro Stencils: Pablo Huespe Gráfica: Natalia Rojo Extras: Selene Gualino, Lucia Custo, Juan José Gagliesi, Malena Marta Demin, Florencia Molina, Gabriel Chiappero, Clara Segura, Romina Enrria, Nancy Gallardo, Florencia Illanes e convidados especiais. Agradecimentos: Café Moreno, Superpark e Espacios Verdes da Prefeitura de Córdoba.   DURAÇÃO: 60 min.

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El Viajante – POR

EL VIAJANTE (Audiotour Escénico) (O VIAJANTE – Audiotour Cênico) (2009 – …)   Ele sabe. Este é o fim, o último dia. Ele sonhou isso na noite passada e o sonho era claro: Este dia seria o último. O círculo se completou… Tudo o que faria, seria pela última vez… Acompanhamos o VIAJANTE em seu último dia. Fomos convocados pela COMPANHIA. O fim está próximo. Um tornado ameaça a cidade. Mas vocês podem se salvar.   Um grupo de espectadores recebe um tocador de mp3 e fones de ouvido e segue um personagem em seu caminho pela cidade. O público escuta a voz de um narrador enigmático, que acompanha o percurso do personagem misterioso. O Viajante é uma obra onde há um personagem principal que percorre uma cidade e interage com o espaço e com seus habitantes. Caminhando, um pequeno grupo do público segue as peripécias deste personagem escutando pelos fones de ouvido uma voz que narra sua história. Esta narração dá à obra uma aura literária e ao mesmo tempo nos introduz nos pensamentos do personagem e em seu clima sonoro. O conceito cênico busca fazer uma experiência com o relato cinematográfico em off sobre um personagem ficcional em um espaço urbano real tangível. A cidade é o cenário desta experiência que foi realizada em quatro locais até o momento. A primeira foi com o título “Construindo João”, no Crato, Brasil (2009), com características completamente documentais; a segunda montagem foi feita em Berlim com o nome “Der Handlungsreisende” (O Viajante, 2010) e foi totalmente ficcional. Na terceira, em Sorocaba (Brasil, 2012), foram fundidos os dois elementos. Em 2018 retomamos o projeto para apresentá-lo no Festival Sudaka, em Quito (Equador). Fizemos uma edição completamente nova, integrando elementos interativos para o público. Os espectadores recebem um papel com uma missão e têm que cumprir várias tarefas com o Viajante para chegar ao objetivo.   Este espetáculo foi apresentado em: – Festival Sudaka 9, Quito (Ecuador). 2018. – SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – Festival 100°Berlin, no teatro HAU (Hebbel am Ufer), Berlim (Alemanha). 2010. – Festival Mostra Sesc Cariri de Cultura, Crato, Ceará (Brasil). 2009.   FICHA TÉCNICA: QUITO: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Voz: Gabriela Aguirre Intérprete: Ariel Dávila Assistente de produção: Sam Romero Co-produção: BiNeural-MonoKultur y Festival Sudaka Agradecimentos: Bar La Cucaya (Centro Cultural Cumandá) SOROCABA: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Intérprete: Ieltxu Martínez Ortueta Narrador: Gui Martelli Altmayer Participação especial de: Wellington, Dona Isa e Seu Celso, Dona Cida, Seu Milton e Claudinei Pesquisa: Felipe França Gonzalez e Jan Angelim Tradução: Meire Nunes Coprodução: BiNeural-MonoKultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Sorocaba BERLIN: Conceito, roteiro, objetos cênicos + dirección: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Intérprete: Frank Rebel Narrador: Jochen Ganser CRATO: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Intérprete: Joseph Olegario Narrador: Geraldo Junior Participação especial de: “Côca” do Socorro Silva, Samara Inácio, Silvania Siebra David, Jucilane Parente, Corrinha do Socorro Araújo, Marlene Freire Gonçalves dos Santos, José Alves Com músicas de: Dr. Raiz, Teixerinha, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Guillermo Ceballos. Edição de áudio: BiNeural-MonoKultur, Hélio Filho Tradução: Felipe França Gonzalez e Meire Nunes Produção geral e pesquisa: George Belisário Assistente de produção: Alessandro Reinaldo Coprodução: BiNeural-MonoKultur + Mostra SESC Cariri de Cultura   DURAÇÃO: 45 min. aprox.

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RECONSTRUCCIÓN – POR

RECONSTRUCCIÓN – el modus operandi de las imágenes (RECONSTRUÇÃO – o modus operandi das imagens) (Performance interativa) (2013 – 2018)   RECONSTRUÇÃO surgiu a partir do convite para participar do ciclo de performances “EN VIVO”, em Buenos Aires, com curadoria de Sofia Medici. Criamos uma performance interativa que é realizada com a participação do público. Trata-se de reconstruir fatos reais através de imagens / fotografias publicadas. Alguns dos espectadores recebem números e com cada número serão convocados para reconstruir as imagens. Para isso, devem seguir as instruções que recebem por alto-falante, sem saber qual imagem estão reconstruindo. Quando a (re-)composição estiver terminada, tira-se uma foto para compará-la depois com a imagem original. Depois é projetado um texto que informa sobre o feito da foto original (o que havia acontecido, onde e quando foi). Trata-se de refletir no próprio corpo do expectador-participante aquilo que pode ter passado na situação real original, além de analisar a composição do registro desse fato: o que dizem os corpos, as expressões, as posições etc. Neste processo de reconstrução se aborda a realidade representada em imagens. Uma realidade que nos chega mediatizada, manipulada, distorcida no momento de ser capturada em foto. Mas também é feita uma reflexão sobre o fato documentado na imagem e como ele repercute no corpo do público participante. Trabalhamos sobre imagens de diferentes fatos políticos, históricos e sociais registrados pela mídia. São tanto imagens conhecidas internacionalmente como também algumas de importância mais regional. Nas “sessões” de reconstruções trabalhamos com imagens emblemáticas sobre distintos temas da história recente ou nos focamos em temáticas específicas (e usando não penas fotografias mas percorrendo também outros registros como a pintura) como por exemplo: – comemorando a data da reforma universitária de 1918 em Córdoba trabalhamos com rebeliões e revoluções (2015) – no dia do bicentenário da Declaração de Independência da Argentina desenvolvemos reconstruções de imagens relacionadas à independência (em um sentido amplo) (2016) – por ocasião do aniversário da reunificação alemã, trabalhamos sobe o muro fazendo um percurso desde o fim da Segunda Guerra Mundial até a queda do muro (2017) (esta ultima apresentação foi no Colegio Alemão e em alemão).   Este espetáculo foi apresentado em: – Universidade Pedagógica Nacional Francisco Morazán, San Pedro Sula (Honduras). Dezembro 2018. – Universidade Nacional Autônoma de Honduras en el Valle de Sula, San Pedro Sula (Honduras). Dezembro 2018. – Colegio Alemán, Córdoba Capital (Arg.). Novembro 2017. – Noche de los Museos (Noite dos Museus), Museo de la Reforma, Córdoba (Arg.). Julho 2016. – Noche de los Museos (Noite dos Museus), Museo de la Reforma, Córdoba. Novembro 2015. – Série “EN VIVO”, de curadoria de Sofia Medici, “Pasaje 17 – Galería de arte contemporáneo de APOC – OSPOCE”, Buenos Aires. Junho 2013.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e realização: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Apresentadora: Gabriela Aguirre (2015 + 2016) Disenho sonoro: Guillermo Ceballos Disenho gráfico: Natalia Rojo Operadora de som: Selene Gualino (2016) Registro fotográfico e vídeo: Belén Escobar (2015 + 2016)   DURAÇÃO: entre 30 – 50 minutos

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MONSTRUOS – POR

MONSTRUOS Experiencia sonora interactiva para niños aventureros (MONSTROS – Experiência sonora interativa para crianças aventureiras ) (2015 – 2018)   Vocês foram convidados a visitar o famoso e único “INSTITUTO DE MONSTROLOGÍA”! Aqui podem conhecer os tais chamados “monstruos del cotidiano”, entre eles exemplares como o “monstro da preguiça” ou o temido “monstro do medo”… Tudo vai bem durante a visita até que de repente soa um alarme: Um monstro escapou!!! Vocês nos ajudam a encontrá-lo? MONSTROS é una obra interativa. Os participantes recebem fones de ouvido e mp3 e seguem as instruções da especialista em monstrologia, a senhora Gertrudis. Em grupos de 4 inicam a aventura que começa com a visita ao instituto e as levará a uma viagem monstruosa cheia de surpresas.   Para toda a família, recomendado a partir dos 4 anos. Sessões a cada 15 minutos para 4 pessoas.   Esta obra recebeu uma Menção Especial do Júri dos Prêmios ATINA (Argentina, 2017), o Prêmio Provincial do Teatro na categoria “Melhor peça de bonecos / marionetes” (2016), o “Prêmio à à Criação e Produção Teatral Independente” (2015) e o “Subsídio para produção” do Instituto Nacional do Teatro (2015).   APRESENTAÇÕES: – Teatro “Ciudad de las Artes”, Córdoba (Argentina). (Agosto 2018) – Festival de Teatro “Bahia Teatro”, Bahia Blanca (Buenos Aires, Arg.). (Maio 2018) – Teatro “La Chacarita”, Córdoba (Argentina). (Abril 2018) – Centro Cultural Córdoba, Córdoba (Arg.). (Maio 2017) – 8° Festival Internacional de Teatro para Crianças e Jovens, Córdoba (Argentina). (Outobro 2016) – Festival de Teatro de Rafaela (Santa Fé, Arg.). (Julho 2016) – Espaço cultural “Salón de Usos Culturales (SUC)” do Parque “Las Tejas”, Córdoba (Arg.). (Abril, julho, outubro e novembro 2016) – Festival “Fiesta Provincial de Teatro” del Instituto Nacional del Teatro INT, Córdoba (Arg.). (Março 2016) – Teatro “La Chacarita”, Córdoba (Argentina). (Marzo 2016) – Centro Cultural “Casa de la Historia y la Cultura del Bicentenario”, Las Varillas (Córdoba, Arg.). (Janeiro 2016) – Centro Cultural Córdoba, Córdoba (Arg.). (Outubro 2015) – Teatro María Castaña, Córdoba (Arg.). (Agosto + Setembro 2015)   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, direção e produção geral: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Atores – Vozes: Gabriela Aguirre, Adrián Azaceta e Carlos Piñero Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Atores – Manipuladores de objetos e títeres – Guias: Selene Gualino, Florencia Molina, Romina Enrria e Gabriel Chiappero + Agustín Luque Design de cenografia, adereços e vestuário: Ariel Merlo Realização da cenografia, adereços e vestuário: Ariel Merlo, Iván Savorgnan e Ana María Albó Design e realização de títeres e objetos: Aníbal Arce y Carlos Barahona Design de iluminação: Rafael Rodríguez Design gráfico: Natalia Rojo Assessoramento em dramaturgia e em manipulação de objetos: Carlos Piñero Produção executiva / Difusão: Priscila Sansica   DURAÇÃO: 50 minutos (para cada grupo)

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Audiotour Ficcional – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – …)   O projeto Audiotour Ficcional é uma experiência sonora individual onde a cidade é tomada como cenário para um percurso ficcional. Com um tocador de mp3 e fones de ouvido o espectador percorre sozinho as ruas de uma cidade escutando uma história que mescla ficção com fatos reais-históricos. Por dia, milhões de pedestres transitam pelas ruas das cidades, cegos pelo seu próprio cotidiano. Edifícios, detalhes da cidade, pontos históricos, intervenções gráficas e até outros habitantes que dividem o mesmo espaço urbano são ignorados pelos transeuntes. Voltar a prestar atenção aos detalhes ao nosso redor, valorizando a cidade não como continente de vidas atarefadas, mas como espaço em si, com sinais e particularidades que revelam e inspiram, que denunciam e transgridem, que mostram e desmentem. É necessário romper com o olhar óbvio, com o trajeto habitual, com o pensamento alienado do dia-a-dia para repensar a cidade e apreciar seu patrimônio tangível e intangível. É importante o papel do público que, de espectador passivo, passa a ser protagonista de sua própria aventura em um cenário urbano, com personagens (reais ou fictícios?) que também interferem no jogo. Desde 2005 até o momento realizamos numerosas obras com o formato do Audiotour Ficcional. Cada realização é única, não transferível a outro lugar. Cada uma leva aproximadamente um mês de trabalho, conta com uma ampla pesquisa sobre o lugar da montagem, um roteiro próprio e uma própria trilha sonora.   Para conhecer as diferentes obras no formato do Audiotour Ficcional que foram produzidas em português, entre nos links: – “Grãos de História”. Dentro da programação do projeto “100 anos de histórias” que celebra o centenário do complexo K.K.K.K., patrimônio histórico do Vale do Ribeira, SESC Registro, SP (Brasil). 2023. – “O Homen do Chapéu”. Festival de Inverno, SESC Santo André / Paranapiacaba, SP. (Brasil). 2018. – “A Máquina do tempo”. Na programação social para o congreso internacional ICSEMIS + Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas. Santos, SP ( Brasil). 2016 – “O Círculo mágico“. Sesc Jundiaí, SP (Brasil). 2016. – Reedição de “operación 7.02” (operação 7.02) por ocasião do 10° aniversário, Festival Internacional de Teatro MERCOSUR. Córdoba (Argentina). 2015. – “Território Ocupado”. Festival “Mês da Cultura Independente – MCI”. Prefeitura de São Paulo Cultura, SP (Brasil). 2014. – “La Resistencia”. Em “Julio, Mes de Cultura” e “Bienal Internacional de Esculturas”, Resistencia, Chaco (Argentina). 2014. – Atualização e versão em tres línguas de “Entre Mundos“. VI Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade “O Melhor de Ambos os Mundos”. Bertioga, SP (Brasil). 2014. – “À margem do rio”. Festival “Lugares da Memória”. SESC Piracicaba, Sao Pablo (Brasil). 2013. – “Meu nome é Vera”, Centro Cultural da Juventude CCJ, São Pablo (Brasil). 2012. – “Seguindo o caminho dos quatro elementos”, SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – “Los Filántropos” (Os Filántropos), Festival de Teatro de Rafaela, Santa Fe (Argentina). 2011. – “Pio Lourenço – O rastro das palavras”, Mostra Infinito Interior, SESC Araraquara. SP (Brasil). 2009. – “A Deriva”, Mostra SESC Santos Permanente Transitório: o espaço expandido. Santos, SP (Brasil). 2008. – “Entre mundos – diario de um Caraíba”, SESC Bertioga, SP (Brasil). En la programación permanente de la unidad desde abril del 2008 hasta fines del 2009. – “La culpa la tiene Niemeyer! – A última trilha de J.F.”, Mostra SESC de Artes Circulações. Ciudad de São Pablo, SP (Brasil). 2007. – “O caminho X”, Festival Internacional de Teatro FIT, São José do Rio Preto, SP (Brasil). 2007. – “Operación 7.02” (Operação 7.02), Festival Internacional de Teatro MERCOSUR. Córdoba (Argentina). 2005.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.    

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O HOMEN DO CHAPEU – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   O HOMEN DO CHAPEU   (XVIII Festival de Inverno, SESC Santo André / Paranapiacaba, SP (Brasil). 2018)   Ágata cuida de Nenê em um asilo em São Paulo. A velhinha lhe conta uma história intrigante de sua vida em Paranapiacaba e Ágata decide viajar até a vila para saber mais. Ela vai atrás de pistas da vida de Nenê, de sua tia Emília e de um enigmático homem com chapéu. Logo Ágata se depara com muitas perguntas em aberto: O que teria acontecido naquela época com a tia Emília para que fosse embora da vila? Quem é este homem do chapéu? E por que Nenê está tão interessada nele? O que começa como um passeio pela cidade natal de Nenê, torna-se passo a passo uma história policial na qual suas personagens e a história do lugar se confundem entre a neblina e as palavras de Ágata.     FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Voz: Ana Luiza Leão Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf, Gabriela Giannetti Assessoramento histórico: Eduardo Pin Tradução ao português: Alessandro Atanes Poesias citadas: Trechos de “Vila Mágica” e “Moça formosa da estação” de Francisca de Araújo Design gráfico carteirinha do clube: Natalia Rojo Produção local: Gabriela Giannetti Produção geral: Felipe França Gonzalez Agradecimentos: Zélia Paralego, Pedro de Souza Maia e Priscila Paralego – ‘Os Memorialistas’, Tatiana Machado, Vilma Rosa, Alexandre e Igor Almeida Oshiro, Maria Aparecida Carillo (Cida), Geyson Ric, Marcia Salvador Tersetti, Leandro Machado, Enrique Portela Silva Co-produção: BiNeural-MonoKultur + Difusa Fronteira Realização: SESC Santo André   PESQUISA: Paranapiacaba tem uma história muito particular que está ligada à ferrovia. É uma vila criada por engenheiros ingleses na metade do século XIX na Serra do Mar, próxima a São Paulo. A finalidade era desenvolver e construir um sistema funicular de carga de mercadorias e também de passageiros que comunicava o porto de Santos com o interior do Estado de São Paulo. Poderíamos dizer que Paranapiacaba tem um caráter especial, com sua localização na serra em meio à Mata Atlântica, seu estilo arquitetônico inglês (incluindo um relógio que imita o Big Ben de Londres) e a neblina densa que sobe quase diariamente do Atlântico e envolve a vila por completo. Realizamos a pesquisa histórica assessorados por Eduardo Pin e conhecemos a idiossincrasia desta pequena cidade e a forma como se organizava socialmente na época da ferrovia: Havia uma clara hierarquia segundo as categorias de trabalhadores, e as casas e edifícios também eram distribuídos seguindo esse critério. Nos chamou a atenção que na história do lugar as mulheres quase não eram mencionadas. Elas apareciam em registros fotográficos, talvez fossem conhecidas por causa de quem se casavam (mas só se fossem parte de alguma família mais proeminente), mas quase não se sabe nada delas. Encontramos no Clube União Lyra Serrano uma daquelas fotos com mulheres e a tomamos como ponto de partida para imaginar a vida delas. Nos ajudaram alguns relatos sobre a vida social e assim desenvolvemos o roteiro a partir desse ponto de partida. Por sua neblina, sua arquitetura e em parte pela quantidade de lendas e histórias com que conta, a vila nos propôs escrever um Audiotour Ficcional de gênero policial noir e com um toque feminista. Assim nasceu a história que fala de várias gerações de mulheres e de um crime relacionado com o misterioso homem do chapéu.  

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No muy Vian – POR

Não muito Vian (No muy Vian) (2017 – 2018)   A peça tem seu ponto de partida nos textos do francês Boris Vian, os esquetes do comediante alemão Loriot e os filmes do diretor finlandês Aki Kaurismäki e tecem essas influências em uma história extravagante. Durante o desenvolvimento da peça, também se tratava da investigação da intertextualidade, do minimalismo na atuação e do humor. Enrique, um artista que se considera um gênio, sofre uma profunda crise depois de receber uma crítica ruim e decide suicidar-se. Mas, como ele não consegue se matar, ele acabou por contratou um assassino por contrato. Pouco tempo depois, no entanto, ele encontra uma mulher e se apaixona por ela. Agora ele não quer mais morrer e tenta desfazer o contrato…   Apresentações: – Teatro “Azucena Carmona” / Teatro Real, Córdoba (Arg.). (Agosto 2018) – Festival “Fiesta Provincial de Teatro” organizado pelo Instituto National de Teatro INT, Córdoba (Argentina). (Dezembro 2017) – Teatro “Espacio Blick”, Córdoba (Arg.). (Junho, Setembro, Outubro 2017)   FICHA TÉCNICA Intérpretes: Alicia Vissani, Tisso Solís Vargas, Mauro Alegret + Ariel Dávila Voz off Marta: Julieta Daga Dramaturgia e direção: Ariel Dávila Assistente de direção: Christina Ruf Design de cenografia, adereços e vestuário: BiNeural-MonoKultur Realização cenografia: Iván Savorgnan Realização adereços e vestuário: Mercedes Coutsiers + Mauro Ferruchi Design e realição de máscaras: Aníbal Arce Design de iluminação: Facundo Dominguez Operação de luzes: Luis Ramirez / Priscila Sansica Operação de som: Christina Ruf Design gráfico: Natalia Rojo Fotos: Belén Escobar Produção geral: BiNeural-MonoKultur   DURAÇÃO: 70 minutos

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UTOPÍA – POR

UTOPÍA Experiencia interactiva para bibliotecas (Utopia – Experiência interativa para bibliotecas) (2018-…)   Em um mundo muito parecido ao nosso próprio, centros culturais, bibliotecas e outros espaços públicos vão sendo fechados para serem transformados em espaços lucrativos como shoppings, estacionamentos etc. Em uma biblioteca, Horácio e Alícia, dois frequentadores bem diferentes entre si, deixam uma gravação na qual pedem a seus amigos (papel realizado pelo público) que sigam seus passos no esclarecimento de uma mensagem inquietante recebida por eles aparentemente da própria biblioteca: ela está em grave perigo frente ao fechamento imediato e pede ajuda a seus usuários. As pistas os levam a contatar uma organização chamada “A Internacional Utopista” e a empreender a busca por “O Livro”, que contém instruções de como salvar a biblioteca. As pistas para serem seguidas são encontradas em uma série de textos da biblioteca e em vários objetos com os quais os amigos (participantes da obra / o público) encontram em seu caminho. No transcorrer da obra, o público se vê interceptado por umas personagens misteriosas que deambulam pela biblioteca. Algumas são integrantes da organização “Internacional Utopista”, outras são fiscais que querem fechar a biblioteca. O caminho dos espectadores-participantes é uma viagem utópico-fantástica através do universo da biblioteca, seus livros e personagens.   “Utopia – experiência interativa para bibliotecas” é uma obra performática sonora interativa para um espaço não convencional. É realizada em bibliotecas e consiste em uma experiência para um grupo de 2 espectadores que ouvem por meio de fones de ouvido uma personagem ficcional que lhes dá instruções a seguir. Os espectadores são guiados por essa voz do áudio e vão descobrindo pistas em diferentes livros, ilustrações, objetos etc., além de se encontrarem com enigmáticas personagens na biblioteca.   Dirigido ao público jovem / adolescente e adulto.   Esta obra recebeu o “Prêmio à Criação e Produção Teatral Independente” (2017/2018), o ‘Fondo Estímulo a la Actividad Teatral Cordobesa Featec’ (2017/2018) e o “Subsídio para produção” do Instituto Nacional do Teatro (Argentina 2018)   Este espetáculo foi apresentado em: – Biblioteca Popular Arturo Orgaz / Ciclo INTervenciones Escénicas “A cielo abierto” organizado pelo Instituto Nacional de Teatro INT. Córdoba (Arg.). (Abril 2021) – Biblioteca Mayor de la UNC Córdoba (Arg.) (Outubro 2019) – Festival “Fiesta Provincial de Teatro” do Instituto Nacional de Teatro INT, Córdoba (Arg.). (Abril 2019) – “Festival de la Palabra” / Biblioteca Mayor da Universidade Nacional de Córdoba UNC, Córdoba (Arg.) (Março 2019) – 5° Festival de Estrenos / Biblioteca Popular Vélez Sarsfield, Córdoba (Arg.) (Novembro 2018) – Biblioteca Popular Vélez Sarsfield, Córdoba (Arg.) (Outubro 2018) – Biblioteca Municipal “Libro Abierto”, Villa Allende (Córdoba, Arg.) (Agosto 2018) – Biblioteca Popular Vélez Sarsfield, Córdoba (Arg.). (Maio + Junho 2018)   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, direção e produção geral: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Em cena: Agostina Barborini / Gabriela Aguirre + Fernando David Heguilen Voz Alícia: Julieta Daga Voz Horácio: Giovanni Quiroga Outras voces: Agostina Barborini + Fernando David Heguilen Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Projeto e realização de equipamentos e objetos: Aníbal Arce Projeto e realização de livros pop-up: Alex Appella Design gráfico e design de livros e jornais: Natalia Rojo Realização e intervenção de livros: Emilce Martínez Realização de vídeo: Hernán Rossi Design de vestuário: BiNeural-MonoKultur Produção executiva / Difusão: Priscila Sansica   Duração: 50 minutos (para cada grupo)

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PaLePo – Paseos de Lecturas Posibles – POR

PaLePo – Paseos de Lecturas Posibles (PaLePo – Passeios de Leituras Possíveis) Audiotour em grupo que toma a cidade como texto (2019 – …)   “PaLePo – Passeios de Leituras Possíveis“ é um audiotour em grupo que consiste em um trabalho sonoro itinerante através de diferentes áreas de uma cidade. Durante estas caminhadas convidamos o público a descobrir a cidade como um texto. A ler essa cidade e se encontrar com histórias, mitos, relatos e entrar no jogo de possíveis leituras desse texto. Pretendemos levar os participantes a terem um olhar sensível aos detalhes e descobrir o potencial teatral do cotidiano e assim mudar a percepção do seu entorno. Até agora, foram criados e realizados dois passeios na cidade de Córdoba, um através do centro da cidade e outro através do bairro de Alberdi. Destinado a um público jovem e adulto.   Este projeto foi concebido e realizado para o “Festival da Palavra” e o VIII Congresso Internacional da Língua Espanhola em Córdoba, Argentina, 2019.   Apresentações: – Feira do livro de Córdoba. Córdoba, Argentina, 2021. – Apresentações para escolas e instituições. Córdoba, Argentina, 2019. – Festival de la Palabra / VIII Congresso Internacional da Língua Espanhola, Córdoba, Argentina, 2019.   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, direção e produção geral: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Vozes: Gabriela Aguirre, Marcelo Arbach, Adrian Azaceta, Julieta Daga, Tamara Silva, Rodrigo Fonseca Produção executiva: Lorena Lopes Co-produção: Agencia Córdoba Cultura + BiNeural-MonoKultur Agradecemos a: Sergio Salinas, Gonzalo Sarria, Juan Manuel Errecart, Daniela Bobbio, Yanina Malizia, Oscar Gonzalez, Mariano Almada, Guillermo Asis Luciano, Luciana Roccietti, Hugo Olmos, Diego Caminos   Duração: 50 minutos aprox. (cada passeio)

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De eso te tenía que hablar – POR

Sobre isso que eu queria te falar – Audiotour para fazer em casa (2020 – …)   [ !!! A peça agora está disponível gratuitamente, você encontra o link do áudio rolando para baixo (*) – você também pode contribuir com um ingresso voluntário !!! ]   Julia está cuidando da casa de sua amiga Irene. Com o passar dos dias começam a ocorrer situações insólitas no apartamento. Em certo momento, ela recebe um áudio de Irene com um pedido de favor. «Sobre isso que eu queria te falar» é uma áudio-obra interativa para ser vivenciada pelo participante em sua própria casa. Para participar é necessário colocar fones de ouvido convencionais, seguir as instruções passadas por meio do áudio e entrar na história. Livremente inspirada no conto «A Queda da Casa de Usher» de Edgar Alan Poe e no clima do romance «Robinson Crusoe» de Daniel Defoe, esta obra propõe uma breve viagem pelo interior do nosso lar.   Dirigido ao público jovem / adolescente e adulto.   Este projeto foi idealizado e realizado em Córdoba (Argentina) em 2020 durante a quarentena devido à pandemia de Covid-19.   Apresentações: – Festival Internacional de Buenos Aires FIBA 2021, Buenos Aires (Argentina). 2021. – 12° Festival Internacional de Teatro Independiente PIROLOGÍAS, edição online. Buenos Aires (Argentina). 2020. – Apresentações para escolas e instituições. Argentina. 2020. – Parte da programação da «Semana Virtual do Turismo para Todos, Solidário e Sustentável» SESC SP durante o período de julho até dezembro 2020. – Apresentações no ciclo «Un lindo momento para compartir en casa», organizado pela Agência Córdoba de Cultura. Argentina. 2020.   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Voz de Irene: Ana Luiza Leão Tradução: Alessandro Atanes Música original e desenho de som: Guille Ceballos Produção: Felipe França Gonzalez e Difusa Fronteira Produção geral no Brasil: Difusa Fronteira   DURAÇÃO: 30 minutos   Versões em diferentes idiomas: Este áudiotour foi produzido na sua versão original em espanhol e posteriormente traduzido para vários idiomas: inglês, português e alemão. Desta forma, as apresentações aconteceram em diferentes plataformas em diversos países, principalmente na Europa, América Latina e Austrália.   Apresentações para escolas, universidades e outras instituições educacionais: Também fizemos numerosas apresentações para várias instituições educacionais que usaram a peça em sala de aula. Nessas ocasiões também oferecemos encontros (virtuais) e conversas com os respectivos alunos / estudantes e professores. Esta oferta continua existindo. Se estiver interessado, pode nos contactar fazendo click aqui.   (*) Aqui você pode encontrar o link para participar do audiotour. Recomendamos abrir o link no seu celular, depois colocar os fones e pronto: É só apretar o play! Você também pode contribuir com um ingresso voluntário, através de PayPal. Muito obrigado!   – Doar com PayPal: paypal.me/bineural  

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