Projetos

Virtual Performances – POR

VIRTUAL PERFORMANCES – laboratório para teatro virtual (2008 – 2011)   O projeto das performances virtuais – Virtual Performances – consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferencia pela internet. Foi concebido como um work in progress, aberto para novos elementos, temas e participantes para poder reagir flexivelmente a acontecimentos e assuntos atuais. Consiste em uma série de diferentes cenas em distintas locações interrelacionadas em rede e com temáticas variadas, utilizando procedimentos do teatro documentário com elementos ficcionais. Justamente por essas características recebe o subtítulo de “laboratório para teatro virtual”. Virtual Performances é um cruzamento de disciplinas, tem elementos do teatro, das artes visuais e intervenção pública. Experimenta os meios tecnológicos como ferramenta artística e busca explorar as novas possibilidades de comunicação mediante as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs) assim como refletir sobre as consequências destas. Está situado no limite entre a ficção e a não-ficção, próximo ao teatro documentário, e se interessa em integrar as ciências à arte ou a arte às ciências. A ideia original foi concebida por Meret Kiderlen (Alemanha), Carolina Defossé (Argentina) e BiNeural-MonoKultur (Christina Ruf + Ariel Dávila, Alemanha / Argentina). No desenvolvimento estão envolvidos vários artistas de diferentes países como Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia e Espanha. Trabalhamos desde o final de 2008 sobre a ideia da utilização de novas tecnologias da informacão e comunicação como, por exemplo, a vídeo-conferência por internet como meio de transmissão de uma realização cênica. Nos perguntamos: Como poderia haver interação a partir do cênico-performático através deste meio de comunicação?   O resultado dos encontros e intercâmbios entre nossos continentes e de nossa pesquisa sobre as possibilidades artísticas que este meio oferece são até agora as seguintes obras: – “Skype me up to the Stars!” (2009) – homo-migrator.www (2011) – Conectados (2011)   Além disso foram realizadas outras cenas menores e experimentais: – Leipzig-BsAs 15min (en el marco del Festival del Cine Argentino en Leipzig, 2009) – Ensayos abiertos del proceso de homo-migrator.www al terminar la residencia artística en Nau Côclea, Catalunya (España) (2010) y en el marco del evento de performance Epipiderme en Lisboa (Portugal) (2010).   Ensaios abertos de homo-migrator.www Em relação ao tema, estávamos planejando que esta nova versão da obra de teatro documentário com elementos ficcionais giraria em torno do tema da migração em geral e em relação à WorldWideWeb (www.): Migração de pessoas, mas também migração de dados, bens, informação. ¿Quantas veces temos que mostrar nossos documentos para uma autoridade policial? Será que no futuro um avatar ou um perfil virtual na rede irá precisar de um documento de identidade? O que é ser estrangeiro, o que significa estar em outro lugar nos tempos do ciberespaço? Estas eram as temáticas principais que queríamos abordar durante o proceso de pesquisa da criação da nova cena do projeto Virtual Performances, que finalmente resultou na obra homo-migrator.www, apresentada no Festival Internacional de Teatro MERCOSUR, Córdoba (Argentina), 2011. FICHA TÉCNICA – Ensaio aberto de homo-migrator.www em Epipiderme – encontros à volta da performance, Lisboa (Portugal), 2010: Concepção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemania) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) Direção: BiNeural-MonoKultur Com: Ieltxu Ortueta Martínez (São Paulo, Brasil) em cena virtual e Ariel Dávila e Christina Ruf em cena real. FICHA TÉCNICA – Ensaio aberto de homo-migrator.www na residência artística Nau Côclea, Catalunha (Espanha), 2010. Concepção e direção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemanha) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) Com: Ieltxu Ortueta Martínez (São Paulo, Brasil) e Meret Kiderlen (Frankfurt, Alemanha) em cena virtual + Ariel Dávila e Christina Ruf em cena real.   “Lpz.-BsAs 15min.” Primeiro experimento público realizado no terceiro Festival de Cinema Argentino em Leipzig (Alemanha), 2009. Nos aproximarmos ao meio a partir da pergunta de que se tratava de uma arte mais cinematográfica ou teatral. Devido à situação receptiva, ficou parecido com uma presentação de cinema: um grupo de espectadores olhando uma tela. Entramos em um jogo de montar um mini-filme ao vivo: a cena que se vê é de uma garota em seu apartamento, esperando seu namorado. Quando ele chega, os dois brigam, o namorado sai e ela fica sozinha de novo. Usamos os defeitos que acontecem em um meio como a vídeo-conferência por internet (corte de conexão, problemas com o som, ou outros falhas técnicas); essas supostas (ou reais) imperfeições técnicas eram a desculpa para que a atriz fizesse declarações pessoais, lesse uma carta ou se maquiasse em frente à câmara durante uns minutos antes de recomeçar a “cena” ou “tomada”. Desta forma chegamos a mostrar o lado teatral também: todo o que se viu, aconteceu ao vivo e sem a possibilidade de edição e repetição invisível. Na repetição deixava-se ver a construção e a ficcionalização das interrupções permitiam o contato com o público e a apresentação deste novo meio/dispositivo artístico. FICHA TÉCNICA “Lpz.-BsAs 15min.” Ideia: BiNeural-MonoKultur, Carolina Defossé, Meret Kiderlen Conceito e desenvolvimento: Carolina Defossé, Meret Kiderlen Direção: Meret Kiderlen Interpretação: Carolina Defossé Vídeo: Ivo Aichenbaum

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Quem não luta tá morto! – POR

Quem não luta tá morto! (X-Moradias / X-Wohnungen) (2009)   “Quem não luta tá morto!” é uma instalação cênica que foi realizada como parte do projeto X-MORADIAS, no qual se conta o processo do desalojamento do movimento FLM (Frente de Luta pela Moradia) / MSTC (Movimento dos Sem Teto do Centro) de um edifício ocupado no centro de São Paulo. BiNeural-MonoKultur acompanhou durante dez dias um grupo de cerca de 200 pessoas que ficaram acampados ao lado do edifício desocupado até que que conseguiram um galpão provisório. Como resultado foi feito um documentário em vídeo e uma mostra fotográfica onde os próprios membros da FLM relatavam esse período de dez dias vivendo na rua, resistindo à polícia, pedindo moradia digna ao secretário de Direitos Humanos da Presidência.   X-MORADIAS é um projeto que transforma 22 apartamentos da cidade de São Paulo em espaços de intervenção artística, mesclando a vida real e a ficção, abrindo as janelas e portas para outros ângulos da cidade e revelando seus detalhes. Cada residência recebe dois espectadores / visitantes a cada 10 minutos para participar de uma ação artística. Idealizado em 2002 por Matthias Lilienthal (Teatro Hebbel, Berlim), o projeto já foi montado nas cidades de Berlim, Istambul e Caracas, entre outras. Em São Paulo, X-MORADIAS foi realizado pelo SESC SP e pelo Goethe Institut São Paulo, em colaboração com o teatro Hebbel am Ufer (Berlim).   “Quem não luta tá morto!” foi apresentado durante todos os días do X-MORADIAS na cidade de São Paulo em junho de 2009.   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, documentação e realização: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Assistente de produção: Tieza Tissi Em colaboração com o movimento FLM / MSTC.

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Skype me up to the stars – POR

“Skype me up to the stars!” (Virtual Performances – laboratório para teatro virtual) (2009)   “Skype me up to the stars!” é a segunda obra que sai do laboratório “Virtual Performances“. Consistiu na transmissão de Córdoba e Buenos Aires (Argentina) por Skype para Leipzig (Alemanha), aproveitando a comemoração do Ano Internacional da Astronomia. A transmissão de Córdoba foi feita do Museu do Observatório Astronômico da Universidade Nacional, com participação de um ator que se fazia de astrônomo. Do outro lado participou uma atriz-astróloga em um café de Buenos Aires. No lugar onde ficou o público, Leipzig, a cena em geral pretendia ser uma conferência sobre a temática da Astronomia, que com o tempo ia se tornando cada vez mais ficcional. Durante a primeira parte da cena houve uma pequena exposição com objetos sobre o tema, e “expertos” da Argentina foram convidados para falar, com os quais os espectadores podiam entrar em contato individualmente por Skype. Depois o evento passou a ocorrer em uma tela grande, mantendo o caráter documental-científico, sempre procurando a interação com o público e a relação com o lugar de transmissão. O que começou como uma conferência ia tomando elementos ficcionais, até terminar em uma cena quase absurda de uma invasão extraterrestre no Observatório de Córdoba ao estilo Ed Wood.   A estreia de “Skype me up to the stars!” foi em junho de 2009 durante o festival del teatro LOFFT, em Leipzig.   FICHA TÉCNICA: Concepção e direção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemanha) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) CON: BUENOS AIRES: ASTRÓLOGA: Carolina Defossé VÍDEO: Ivo Aichenbaum ASSESSORAMENTO ASTROLÓGICO Willy Gugliermo CÓRDOBA: ASTRÔNOMO Hernán Rossi Fraire MÚSICA Guillermo Ceballos ASSESSORAMENTO ASTRONÔMICO Guillermo Goldes LEIPZIG: ASSISTENTE DE DIREÇÃO Judith Schrodtkötter ASSESSORAMENTO María Cabrera Rivero ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Claudia Gartner, Franziska Janetzky RECEPÇÃO Annemarie Saß, Enrico Michelini, María Cabrera Rivero TÉCNICO DE VÍDEO Matthias Gruner FOTOGRAFIA Paúl Escobar TÉCNICO DE REDE Alexander Gross Agradecimentos: Observatório Sternwarte Eilenburg e o Museu Astronômico “D. F. Sarmiento – Dr. B. A. Gould” do Observatório Astronômico da Universidade Nacional de Córdoba.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.

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La Vidriera – POR

LA VIDRIERA (A Vidraça) (Audio-peça) (2010)   BiNeural-MonoKultur foi convidado para participar da mostra “Artistas Paralelos” dentro do Festival CIUDADES PARALELAS realizado em Buenos Aires. Tal mostra foi montada pela galeria de arte contemporânea Pasaje 17, que funcionou como o centro do festival. O grupo criou uma áudio-obra para a janela da galeria baseada em impressões sobre a rua Bartolomé Mitre. CIUDADES PARALELAS é um projeto com curadoria de Lola Arias e Stefan Kaegi. Os dois artistas convocaram outros artistas com a ideia de criar obras para casas, bibliotecas públicas, tribunais ou outros espaços funcionais que se tornariam observatórios de situações urbanas. As oito intervenções transformam lugares de uso cotidiano em cenários temporários e possibilitam ao espectador um acesso subjetivo a espaços concebidos para massas. Berlim, Buenos Aires, Varsóvia e Zurique foram as primeiras cidades onde este festival foi realizado. Em todas as cidades seguintes, os projetos são recontextualizados e levados a cena com performers locais.   La Vidriera” foi apresentada durante todo o período do festival na “Pasaje 17 – Galería de arte contemporáneo de APOC – OSPOCE” em novembro/dezembro de 2010.   FICHA TÉCNICA: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Voz: Mariano Muñoz Música: Guillermo Ceballos   DURAÇÃO: 9 min. aprox.   LINK a ARTISTAS PARALELAS: http://www.ciudadesparalelas.org/artistasparalelos.html LINK a CIUDADES PARALELAS: http://www.ciudadesparalelas.org/menu_espanol.html

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Proyecto Confesionarios – POR

PROYECTO CONFESIONARIOS – Construyendo un mapa emocional de la ciudad (PROJETO CONFESSIONÁRIOS – Construindo um mapa emocional da cidade) (2008 – 2012)   O confessionário, habitualmente entendido como espaço reservado e privado, como espaço de redenção, de intimidade, torna-se aqui um lugar exposto, visível por todos. O íntimo enfrenta o público, o escondido fica à vista. É possível a confissão privada em um espaço público? Um confessionário que se encontra na via pública, um objeto que contrasta com a realidade, descontextualizado de seu lugar de origem. Um habitáculo onde são ouvidas “confissões urbanas”, onde se repara no cotidiano. Em determinadas áreas da cidade é colocado um confessionário onde o espectador se senta, mas, em vez de se confessar, vai ali para ouvir “confissões urbanas”, para encontrar os rastros emocionais dos transeuntes com a cidade. O PROJETO CONFESSIONÁRIOS consiste em encontrar e seguir os rastros emocionais dos habitantes urbanos, cobrir a cidade com uma rede de lembranças íntimas, de confissões pessoais, criando assim um mapa alternativo da cidade, uma cartografia emocional. Através de entrevistas realizadas e, dentro do possível, de uma convocação no local, são compiladas “confissões urbanas” dos habitantes da cidade / do bairro. São acontecimentos nunca contados, que ocorreram em determinados espaços da cidade, como, por exemplo, em uma vizinhança ou um bairro específico. Estas “confissões” não são necessariamente acontecimentos graves, pecaminosos ou imorais, estão mais para acontecimentos privados, íntimos, que estão relacionados a pontos específicos de um determinado lugar: uma conversa em uma mesa de um bar, uma lembrança de um encontro naquela praça, um fato curioso desta esquina. O importante é que as confissões tenham sempre uma relação concreta com algum espaço determinado, criando desta forma coordenadas para traçar junto com os habitantes este mapa emocional da cidade. Os confessionários são colocados nos lugares citados, espaços onde ocorreram estes acontecimentos narrados pelas confissões. São pequenos gabinetes fechados, de cor azul e revestidos por um material transparente, concebidos pela cenógrafa alemã Hella Prokoph.   Foram realizadas as seguintes montagens deste projeto: – SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – Mostra SESC de Cultura, Juazeiro do Norte, Ceará (Brasil). 2010 – Córdoba (Argentina). 2008.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia: Ariel Dávila + Christina Ruf Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Design da cenografia: Hella Prokoph (Berlín, Alemanha) Realização da cenografía: Michael Martino (Sorocaba) Zé Cicero (Juazeiro do Norte) Arq. César Spalletti, Hella Prokoph (Córdoba) Produção geral: Felipe França González (Difusa Fronte[i]ra) (Córdoba, Sorocaba) George Belisario (Juazeiro do Norte)

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homo-migrator.www – POR

homo-migrator.www (Virtual Performances – laboratório para teatro virtual) (2011)   O projeto Virtual Performances – laboratório para teatro virtual nasceu no ano de 2008 e consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferência pela internet. homo-migrator.www gira em torno do tema da migração em geral e em relação à WorldWideWeb (www.): migração de pessoas, mas também migração de dados, bens, informação. O vídeo-chat se converteu na ferramenta fundamental de comunicação do migrante. A WorldWideWeb é o meio que aparece imprescindível para vender e comprar, nos comunicar, exibir e falsificar a nós mesmos. Quatro atores, alguns deles migrantes, outros com familiares no estrangeiro, interagem com o público de sus lugares de residência por meio do Skype. O que significa estar em outro lugar, ser estrangeiro nos tempos do ciberespaço?   Esta obra foi produzida com o apoio da residência artística de Nau Côclea, Camallera, Espanha (2010) e conta com o apoio do Fondo Nacional de las Artes (2011). Foi apresentada durante o Festival Internacional de Teatro MERCOSUR, Córdoba 2011 Camallera, Espanha (2010) y cuenta con el apoyo del Fondo Nacional de las Artes (2011).   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia geral: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Interpretação e dramaturgia: Alemanha/Berlim: Florian Loycke (Das Helmi) e Katharina Schröder Brasil/São Paulo: Ieltxu Martínez Ortueta (Kapota mas não breka) Colômbia/Bogotá: Santiago Merchant e Ricardo de la Vega (Santagalatea Proyect) Espanha/Madri, Burgos: Cecilia Peréz-Pradal (Cia. Puctum) Colaboração Alemanha (Desenvolvimento de cena): Meret Kiderlen Assistentes de cena: Gabriela Aguirre, Farina Bender, Tamara Franck, Jimena Garrido Conceito original (Virtual Performances): BiNeural-MonoKultur, Meret Kiderlen e Carolina Defossé   DURAÇÃO: 70 min. aprox.

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Conectados – POR

CONECTADOS (un proyecto de teatro documental) (CONECTADOS – um projeto de teatro documentário) com a Cía Puctum (2011)   Cinco imigrantes do bairro Matadero, em Madri, levam ao palco a relação que mantêm com seus países de origem através da internet. Um casal colombiano detém o recorde de comunicação por vídeo-conferência de 68 horas sem interrupções. Um bengali acompanha diariamente por skype o crescimento de seu bebê de um ano e oito meses. Do Senegal, uma mãe envia uma vídeo-mensagem com conselhos para seu filho. Uma atriz colombiana se conecta ao Brasil para consultar a avô de seu filho, que é vidente. E o ritmo de um rapper dominicano consegue encurtar as distâncias.   “Conectados” é o resultado da residência da Cia Puctum com o BiNeural-MonoKultur em El Ranchito (Matadero, Madri), de outubro a dezembro de 2011, e faz parte do “Virtual Performances – laboratório para teatro virtual”, que consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferência pela internet. As apresentações da obra foram realizadas em Matadero, Madri, em dezembro de 2011.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia: Cecilia Pérez-Pradal (Cía. Puctum) Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Vizinhos em cena: Faustino Felíz Herrand (Samy-El Gato Negro) // Rep. Dominicana Kader Abdul // Bangladesh Lida Fernanda Cardona // Colombia Moustapha Fall (Benja) // Senegal Mauro Benavidez Vasquez // Colombia (e parentes através do Skype) Design gráfico: Carlos Bueno Vídeo: Hernán Rossi, Ariel Dávila Fotografia: Melina Passadore Iluminação: Daniel Boto Técnico de som: Noel Armas Técnico de iluminação: Hugo Vacas Agradecimientos: Zoe Mediero, Ane Rodríguez Armendáriz, Vanesa Viloria, Luisa Fuentes Guaza, Intermediae, Todo Por la Práxis y Espacio Tangente.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.   LINK a CÍA PUCTUM (Cecilia Pérez-Pradal): https://puctumteatro.wordpress.com LINK a EL RANCHITO / MATADERO MADRID: http://elranchitomadrid.wordpress.com/convocatoria-abierta/proyectos-producidos/cia-puctum-bineural-monokultur

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eRRor – POR

eRRor- un juego con tra(d)ición (eRRo – um jogo com tra(d)ição) (Teatro não-ficcional) (2011 – 2014)   Um ator formado em genética e uma atriz que, por sua vez, é ativista dos povos contaminados por agrotóxicos na vida real, participam de um jogo onde o acaso e o erro são elementos fundamentais. Em um tabuleiro localizado em “El Estanciero” (“O Fazendeiro”, versão argentina de “O Banco Imobiliário”), os participantes avançam por distintas casas onde sua sorte é decidida. A soja, a vida do povo, o teatro, a militância e a biotecnologia entrarão em um coquetel entre ficção e realidade. A obra foi desenvolvida a partir de uma convocatória do final do ano 2010 feita pelo Instituto Goethe Córdoba sobre o ERRO em suas diversas acepções. Fomos escolhidos, entre outros, com um projeto que gira em torno de questões do erro e o cultivo de transgênicos na Argentina. Utilizando técnicas do teatro documentário e partindo de um olhar satírico, nos aproximamos de um tema da atualidade tanto a nível regional, quanto nacional e internacional: o problema dos povoados contaminados na província de Córdoba, as políticas nacionais e a economia dependente da agroexportação, as multinacionais do setor de biotecnologia e o controle do mercado alimentício mundial.   Esta obra estreou e fez parte do ciclo “Materialización [simbólica] del error”, organizado pelo Instituto Goethe Córdoba e ganhou subsídio para produção da Província e do Instituto Nacional do Teatro (2011).   Foi apresentada em: – 1° Festival “El Urondo – Festival de Teatro, Política e Sociedade”, Córdoba (Arg.). 2014. – 2º Festival “Estival del Teatro Independiente”, Córdoba (Arg.). 2014. – Participação na conferência via Skype do Festival transdisciplinario “Odisseia : clima” (Bremerhaven, Alemanha) falando sobre a incorporação de temáticas ambientais em nossos trabalhos, em especial sobre “eRRo – um jogo com tra(d)ição”. Teatro Stadttheater Bremerhaven (Alemania). 2013. – Festival de teatro para crianzas e adolescentes “Señores Niños ¡Al Teatro!”, Unquillo (Cba) e Córdoba Capital (Arg.). 2013. – Festival “100 Horas de Teatro”, Córdoba (Arg.). 2013. – Sala La Chacarita, Córdoba (Argentina). 2012. – Encuentro Socioambiental Cordobés, Malvinas Argentinas (Córdoba, Arg.). 2012. – Festival de Teatro de Rafaela, Rafaela (Argentina). 2012. – 12° Fiesta Regional de Teatro Centro Litoral 2012, Rosário e Oncativo (Arg.). 2012. – Sala Documenta/Escénicas, Córdoba (Argentina), 2012. – Fiesta Provincial de Teatro, Córdoba (Argentina). 2012. – Instituto Goethe Córdoba (Argentina). 2011.   Produção para o Instituto Goethe Córdoba. Setembro 2011.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção, dramaturgia: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Colaboração em conceito e dramaturgia: Hernán Rossi, Laura Gallo Intérpretes: Hernán Rossi (jogador verde), Laura Gallo (jogadora laranja) (*) e Gabriela Aguirre (árbitra) (**) Cenografia: Lilian Mendizábal Design sonoro: Yamil Burguener Vídeo: Hernán Rossi Câmara ao vivo, assistência de dramaturgia + produção, design do tabuleiro: Natalia Rojo Operação de luzes: Agustina Marquéz Operação de som e video: Ariel Dávila + Christina Ruf Produção: BiNeural-MonoKultur (*) subsistuída por Melina Passadore nas apresentações dos festivais “Señores Niños ¡Al Teatro!” e “100 Horas de Teatro” (2013). (**) subsistuída por Valeria Urigu na apresentação do Festival de Rafaela (2012).   DURAÇÃO: 90 min. aprox.  

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Otra Frecuencia – POR

OTRA FRECUENCIA – audioperformance de a dos (OUTRA FREQUÊNCIA – Audioperformance para dois) (2010 – 2016)   Uma obra interativa para duas pessoas. Cada par / dupla escuta nos fones de ouvido instruções de quatro personagens de ficção. A obra combina suspense, intriga e ficção científica. Os atores são os próprios espectadores que, em duplas, empreendem viagens bem diferentes, ousando alterar sua percepção do mundo a cada momento. Para entrar, basta colocar os fones e apertar “play” no mp3. A partir daí, cada um dos espectadores / participantes começa a transitar pelas vivências de um personagem virtual, cada um com uma missão a cumprir que envolve o outro.   Este espetáculo foi apresentado em: – Festival Internacional Cena CumpliCidades. Recife / Olinda (Pernambuco, Brasil). Outubro. 2016. – Virada Cultural, Sesc Vila Mariana, Ciudad de São Paulo (Brasil). Junho / Julho 2015. – Festival Internacional “PIROLOGÍAS VIII – Festival del Conurbano”, Buenos Aires (Arg). Outubro 2014. – Mostra Nacional de Teatro Independente “Rodolfo Gomez”, Río Cuarto / Córdoba (Arg.). Agosto 2014. – XIV Festival Internacional de las Artes FIA, San José (Costa Rica). Abril 2014. – VII Festival “Litoral Encena”, Caraguatatuba (Brasil). Outubro 2013. – Festival de Inverno do SESC Araraquara (Brasil). Julio /Agosto 2013. – Virada Cultural, Ciudad de Saõ Paulo (Brasil). Maio 2013. – SESC Riberão Preto, SP (Brasil). Novembro 2012. – SESC Santos, SP (Brasil). Agosto 2012. – Centro Cultural do Banco de Nordeste (BNB), Juazeiro do Norte, Ceará + Sousa, Paraíba (Brasil). Julho + Agosto 2012. – Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, Brasilia (Brasil). Julho 2012. – Festival de Teatro de Rafaela, Rafaela (Argentina). Julho 2012. – Festival Internacional de Teatro FIT, São José do Rio Preto, SP (Brasil). Julho 2012. – 1° Jornadas de Estudio de la Performance, UNC – Cepia, Córdoba (Argentina). Maio 2012. – Espacio Crearte, Córdoba (Argentina). Abril 2012. – Espacio La Cúpula Galeria de Arte / Media Lab, Córdoba (Arg.). 2011. – Instituto Humboldt, San Pedro Sula (Honduras). 2011. – Festival de Performance Habeas Corpus, Chateau CAC, Córdoba (Arg.). 2010.   FICHA TÉCNICA: Versão em espanhol: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Vozes: Marcelo Arbach, Magui Buteler, Ieltxu Ortueta Martínez eValeria Urigu Design sonoro e música: Guillermo Ceballos Versão em português: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Vozes: Carlos Morelli, Manuela Afonso, Ieltxu Martínez Ortueta, Vanessa Bruno Design sonoro e música: Guillermo Ceballos Tradução para o português: Daniel Gonzalez Xavier Produção no Brasil: Felipe França Gonzalez (Difusa Fronte(i)ra)   DURAÇÃO: 45 min. aprox.

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URBANOTOPIAS DE LA INFANCIA – POR

URBANOTOPIAS DE LA INFANCIA (Urbanotopias da infância – Obra sonora interativa para crianças (e adultos)) junto com Plataforma Averso / Daniel Gonzalez Xavier (2016)   Um dia, no topo do morro Barón, na cidade de Valparaíso, um polvo amanhece dentro de um contêiner. Como chegou até ali? Ao sair de seu contêiner, o polvo encontra coisas esquecidas pelas crianças que brincavam no lugar no dia anterior, uns papéis com pistas misteriosas: uma caça ao tesouro!? Como é muito curioso, o polvo se põe a seguir as pistas e assim descobre o bairro da perspectiva das crianças – até chegar ao ponto final da caça ao tesouro: seu próprio contêiner. Essa espécie de audioguia fantástico foi criada a partir da experiência de uma oficina de dois dias que realizamos com meninos e meninas de diferentes bairros de Valparaíso. Trabalhamos e brincamos com eles em relação ao espaço urbano, implementando exercícios teatrais, escutas de paisagens sonoras urbanas, mapeamento coletivo e uma caça ao tesouro. O projeto trata de pesquisar de forma lúdica e sensível a relação entre os habitantes e seu bairro, além de estimular um imaginário criativo.   “Urbanotopias da infância” é o resultado da residência de produção durante o Festival Teatro Container em Valparaíso (Chile), que realizamos em conjunto com Plataforma Averso / Daniel Gonzalez Xavier (Brasil). As apresentações da obra foram realizadas durante o festival em março de 2016.   FICHA TÉCNICA: Realização e planejamento da oficina: Daniel Gonzalez Xavier, Ariel Dávila + Christina Ruf Conceito e realização de “Urbanotopias da infância”: Daniel Gonzalez Xavier, Ariel Dávila + Christina Ruf Roteiro e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Voz: Milca Galea Robles Músicas: “El Forastero” KAIKüL (Puerto Montt, Chile), Chiodata “Matutinal”, Monoceros “Little Cowboys”, foxdevilswild & carlmaria “Valparaiso”, “La Contienda” KAIKüL (Puerto Montt, Chile), Acoplex “Plug-inn”, Música Colegio Ana María Janer (Viña del Mar, Chile) “Puerto Valpo” Projeções: Entelequia Proyección Produção: Milca Galea Robles, Plataforma Averso, BiNeural-MonoKultur Co-Produção: Festival Teatro Container, Plataforma Averso, BiNeural-MonoKultur Agradecimentos a: as crianças do Morro Barón, Morro de la Cruz e Cordillera, a Don Osvaldo, Michelle Fredes, Kena Kokaly e os vizinhos do bairro.   DURAÇÃO: 35 minutos

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