Bineural

O Círculo Mágico – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   O Círculo Mágico   (SESC Jundiaí, SP, Brasil, 2016)   Na biblioteca do Sesc Jundiaí encontra-se uma gravação. Nela se ouve a voz de uma artista de circo, uma mágica. Suas palavras nos convidam a acompanhá-la em um passeio no qual se misturam truques de mágica, a fauna e a flora do Jardim Botânico e a memória do lugar.   FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Tradução: Alessandro Atanes Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Voz de Mara: Ana Luiza Leão Voz introdução e final: Gui Martelli Pesquisa: Paula Pimenta, Juliana De Deus, Ariel Dávila, Christina Ruf Produção: Núcleo Compartilha (Paula Pimenta + Juliana De Deus) Produção geral: Felipe Gonzalez Agradecemos a: Jardim Botânico, Centro de Memória de Jundiaí, Sebo Jundiaí, Nelson Jamaica, Eginalo Honorio Co-produção: BiNeural-Monokultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Jundiaí   PESQUISA: Pela celebração do primeiro aniversário do Sesc Jundiaí, fomos convidados a criar especialmente este Audiotour Ficcional pelas instalações da unidade e seu entorno. Pesquisamos a história e as lendas da cidade e em especial do lugar onde agora se encontra o Sesc e seus arredores, e recompilamos experiências dos moradores de Jundiaí. Descobrimos as diferentes camadas de tempo desta região, desde seus primeiros habitantes, passando pelas distintas correntes migratórias até a atualidade. Visitamos o Jardim Botânico, onde se vivencia através dos sentidos a fauna e flora local. O terreno onde atualmente se encontra a unidad do Sesc era antes o lugar onde eram montados os circos que visitavam a cidade. Por ese motivo, a personagem principal deste Audiotour é uma maga. Suas memórias da infância se mesclam com mitos de culturas originais do lugar e também com histórias da imigração de portugueses, africanos, italianos e japoneses que formam parte da cultura de Jundiaí e que está evocada nos jardins temáticos do parque do Jardim Botânico. Definitivamente, é um passeio pelos sentidos, uma viagem pela memória de Jundiaí imersa em uma história de ficção.

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A Máquina do tempo – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   A Máquina do tempo   (Na programação social para o CONGRESSO ICSEMIS (International Convention on Science, Education and Medicine in Sport), evento que precedeu os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas. Santos, SP (Brasil). 2016)   Nuno, neto de um imigrante português, vem de São Paulo para Santos a negócios. Mas algo o impede de avançar com suas tarefas. Começa a sofrer “discronias”, saltos no tempo que o arremessam para o passado. Terão a ver com o favor que seu avô lhe pediu? Nuno deixa uma gravação para seu sócio, Marcelo, na qual o convida a seguir seus passos pelo Centro Histórico de Santos.   FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro e música original: Guille Ceballos Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf Tradução ao português e assessoramento histórico: Alessandro Atanes Tradução ao inglês: Mark Eilers Voz de Nuno em português: Carlos Morelli Voz de Nuno em inglês: Eric Moore Produção geral: Felipe França Gonzalez Agradecemos a: Fabrício Lopez, Dona Neusa, O Rei do Café, Bolsa Oficial de Café Co-produção: BiNeural-Monokultur + Difusa Fronteira Realização: Sesc Santos   PESQUISA: Esta edição do Audiotour Ficcional se passa no Centro Histórico de Santos. A cidade tem uma rica história desde a criação de seu porto, que foi e segue sendo o principal porto de Brasil. Por ele passava o comércio do café do Brasil, o que levou o centro histórico de Santos a uma época de esplendor que se reflete até hoje em sua arquitetura. Depois a cidade foi se transformando e expandindo para a região da praia, o que – somado a diferentes crises – levou o centro histórico a uma decadência. Atualmente o centro está em processo de revitalização e conservação. Hoje em dia, muitas de suas edificações históricas estão recuperadas. Um exemplo emblemático da época de prosperidade é o edifício da Bolsa de Café, atualmente transformado em museu. O Audiotour percorre algumas das ruas históricas mais importantes do centro de Santos, como a XV de Novembro ou a Rua do Comércio, que vai até la antiga estação de trens e ao porto. Nosso interesse estava particularmente em investigar as distintas camadas de tempo que são notadas nesta região da cidade: um bonde transita pelas ruas de pedras junto com carros modernos, passando em frente de casas da época colonial, do século XIX e da atualidade. Além disso, encontramos no caminho muitos relógios de diferentes épocas, quase todos mostrando horas diferentes, o que nos levou a brincar com o tema da “máquina do tempo”. O Audiotour leva os participantes também a uma parte ainda menos “turística” ou revitalizada do centro, passando por um dos comércios de café mais antigos da cidade e entrando no atelier de um artista plástico local, Fabrício Lopez, que trabalha a cidade como tema de suas obras e coleciona objetos encontrados perto do porto.

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Mano unica – POR

MANO ÚNICA (MÃO ÚNICA) (2006)   Intervenção teatral na cripta jesuítica de Córdoba redescoberta em 1989. Durante a intervenção, o público descia ao submundo da cidade, percorrendo os antigos corredores da cripta, cruzando com personagens da própria história da cidade e outros mitológicos. Os espectadores eram guiados por Tirésias por este Hades urbano e passavam por diferentes situações oníricas. A obra trata de resgatar a memória oculta da cripta. Trabalho apresentado na programação da inauguração de “Córdoba Capital Americana de la Cultura 2006”. Córdoba (Argentina).   FICHA TÉCNICA: Interpretam: Valeria Urigu, Gabriela Aguirre, Marcelo Arbach, Leopoldo Cáceres, José “Pepe” Fernández Música original: Guillermo Ceballos Video: Hernán Rossi Luzes: Gonzalo Marull Concepto, Dramaturgia y Dirección: BiNeural-MonoKultur (Christina Ruf + Ariel Dávila)   DURAÇÃO: 45 min. aprox.

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Virtual Performances – POR

VIRTUAL PERFORMANCES – laboratório para teatro virtual (2008 – 2011)   O projeto das performances virtuais – Virtual Performances – consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferencia pela internet. Foi concebido como um work in progress, aberto para novos elementos, temas e participantes para poder reagir flexivelmente a acontecimentos e assuntos atuais. Consiste em uma série de diferentes cenas em distintas locações interrelacionadas em rede e com temáticas variadas, utilizando procedimentos do teatro documentário com elementos ficcionais. Justamente por essas características recebe o subtítulo de “laboratório para teatro virtual”. Virtual Performances é um cruzamento de disciplinas, tem elementos do teatro, das artes visuais e intervenção pública. Experimenta os meios tecnológicos como ferramenta artística e busca explorar as novas possibilidades de comunicação mediante as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs) assim como refletir sobre as consequências destas. Está situado no limite entre a ficção e a não-ficção, próximo ao teatro documentário, e se interessa em integrar as ciências à arte ou a arte às ciências. A ideia original foi concebida por Meret Kiderlen (Alemanha), Carolina Defossé (Argentina) e BiNeural-MonoKultur (Christina Ruf + Ariel Dávila, Alemanha / Argentina). No desenvolvimento estão envolvidos vários artistas de diferentes países como Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia e Espanha. Trabalhamos desde o final de 2008 sobre a ideia da utilização de novas tecnologias da informacão e comunicação como, por exemplo, a vídeo-conferência por internet como meio de transmissão de uma realização cênica. Nos perguntamos: Como poderia haver interação a partir do cênico-performático através deste meio de comunicação?   O resultado dos encontros e intercâmbios entre nossos continentes e de nossa pesquisa sobre as possibilidades artísticas que este meio oferece são até agora as seguintes obras: – “Skype me up to the Stars!” (2009) – homo-migrator.www (2011) – Conectados (2011)   Além disso foram realizadas outras cenas menores e experimentais: – Leipzig-BsAs 15min (en el marco del Festival del Cine Argentino en Leipzig, 2009) – Ensayos abiertos del proceso de homo-migrator.www al terminar la residencia artística en Nau Côclea, Catalunya (España) (2010) y en el marco del evento de performance Epipiderme en Lisboa (Portugal) (2010).   Ensaios abertos de homo-migrator.www Em relação ao tema, estávamos planejando que esta nova versão da obra de teatro documentário com elementos ficcionais giraria em torno do tema da migração em geral e em relação à WorldWideWeb (www.): Migração de pessoas, mas também migração de dados, bens, informação. ¿Quantas veces temos que mostrar nossos documentos para uma autoridade policial? Será que no futuro um avatar ou um perfil virtual na rede irá precisar de um documento de identidade? O que é ser estrangeiro, o que significa estar em outro lugar nos tempos do ciberespaço? Estas eram as temáticas principais que queríamos abordar durante o proceso de pesquisa da criação da nova cena do projeto Virtual Performances, que finalmente resultou na obra homo-migrator.www, apresentada no Festival Internacional de Teatro MERCOSUR, Córdoba (Argentina), 2011. FICHA TÉCNICA – Ensaio aberto de homo-migrator.www em Epipiderme – encontros à volta da performance, Lisboa (Portugal), 2010: Concepção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemania) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) Direção: BiNeural-MonoKultur Com: Ieltxu Ortueta Martínez (São Paulo, Brasil) em cena virtual e Ariel Dávila e Christina Ruf em cena real. FICHA TÉCNICA – Ensaio aberto de homo-migrator.www na residência artística Nau Côclea, Catalunha (Espanha), 2010. Concepção e direção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemanha) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) Com: Ieltxu Ortueta Martínez (São Paulo, Brasil) e Meret Kiderlen (Frankfurt, Alemanha) em cena virtual + Ariel Dávila e Christina Ruf em cena real.   “Lpz.-BsAs 15min.” Primeiro experimento público realizado no terceiro Festival de Cinema Argentino em Leipzig (Alemanha), 2009. Nos aproximarmos ao meio a partir da pergunta de que se tratava de uma arte mais cinematográfica ou teatral. Devido à situação receptiva, ficou parecido com uma presentação de cinema: um grupo de espectadores olhando uma tela. Entramos em um jogo de montar um mini-filme ao vivo: a cena que se vê é de uma garota em seu apartamento, esperando seu namorado. Quando ele chega, os dois brigam, o namorado sai e ela fica sozinha de novo. Usamos os defeitos que acontecem em um meio como a vídeo-conferência por internet (corte de conexão, problemas com o som, ou outros falhas técnicas); essas supostas (ou reais) imperfeições técnicas eram a desculpa para que a atriz fizesse declarações pessoais, lesse uma carta ou se maquiasse em frente à câmara durante uns minutos antes de recomeçar a “cena” ou “tomada”. Desta forma chegamos a mostrar o lado teatral também: todo o que se viu, aconteceu ao vivo e sem a possibilidade de edição e repetição invisível. Na repetição deixava-se ver a construção e a ficcionalização das interrupções permitiam o contato com o público e a apresentação deste novo meio/dispositivo artístico. FICHA TÉCNICA “Lpz.-BsAs 15min.” Ideia: BiNeural-MonoKultur, Carolina Defossé, Meret Kiderlen Conceito e desenvolvimento: Carolina Defossé, Meret Kiderlen Direção: Meret Kiderlen Interpretação: Carolina Defossé Vídeo: Ivo Aichenbaum

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Quem não luta tá morto! – POR

Quem não luta tá morto! (X-Moradias / X-Wohnungen) (2009)   “Quem não luta tá morto!” é uma instalação cênica que foi realizada como parte do projeto X-MORADIAS, no qual se conta o processo do desalojamento do movimento FLM (Frente de Luta pela Moradia) / MSTC (Movimento dos Sem Teto do Centro) de um edifício ocupado no centro de São Paulo. BiNeural-MonoKultur acompanhou durante dez dias um grupo de cerca de 200 pessoas que ficaram acampados ao lado do edifício desocupado até que que conseguiram um galpão provisório. Como resultado foi feito um documentário em vídeo e uma mostra fotográfica onde os próprios membros da FLM relatavam esse período de dez dias vivendo na rua, resistindo à polícia, pedindo moradia digna ao secretário de Direitos Humanos da Presidência.   X-MORADIAS é um projeto que transforma 22 apartamentos da cidade de São Paulo em espaços de intervenção artística, mesclando a vida real e a ficção, abrindo as janelas e portas para outros ângulos da cidade e revelando seus detalhes. Cada residência recebe dois espectadores / visitantes a cada 10 minutos para participar de uma ação artística. Idealizado em 2002 por Matthias Lilienthal (Teatro Hebbel, Berlim), o projeto já foi montado nas cidades de Berlim, Istambul e Caracas, entre outras. Em São Paulo, X-MORADIAS foi realizado pelo SESC SP e pelo Goethe Institut São Paulo, em colaboração com o teatro Hebbel am Ufer (Berlim).   “Quem não luta tá morto!” foi apresentado durante todos os días do X-MORADIAS na cidade de São Paulo em junho de 2009.   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, documentação e realização: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Assistente de produção: Tieza Tissi Em colaboração com o movimento FLM / MSTC.

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Skype me up to the stars – POR

“Skype me up to the stars!” (Virtual Performances – laboratório para teatro virtual) (2009)   “Skype me up to the stars!” é a segunda obra que sai do laboratório “Virtual Performances“. Consistiu na transmissão de Córdoba e Buenos Aires (Argentina) por Skype para Leipzig (Alemanha), aproveitando a comemoração do Ano Internacional da Astronomia. A transmissão de Córdoba foi feita do Museu do Observatório Astronômico da Universidade Nacional, com participação de um ator que se fazia de astrônomo. Do outro lado participou uma atriz-astróloga em um café de Buenos Aires. No lugar onde ficou o público, Leipzig, a cena em geral pretendia ser uma conferência sobre a temática da Astronomia, que com o tempo ia se tornando cada vez mais ficcional. Durante a primeira parte da cena houve uma pequena exposição com objetos sobre o tema, e “expertos” da Argentina foram convidados para falar, com os quais os espectadores podiam entrar em contato individualmente por Skype. Depois o evento passou a ocorrer em uma tela grande, mantendo o caráter documental-científico, sempre procurando a interação com o público e a relação com o lugar de transmissão. O que começou como uma conferência ia tomando elementos ficcionais, até terminar em uma cena quase absurda de uma invasão extraterrestre no Observatório de Córdoba ao estilo Ed Wood.   A estreia de “Skype me up to the stars!” foi em junho de 2009 durante o festival del teatro LOFFT, em Leipzig.   FICHA TÉCNICA: Concepção e direção: Meret Kiderlen (Leipzig, Alemanha) e BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila e Christina Ruf) CON: BUENOS AIRES: ASTRÓLOGA: Carolina Defossé VÍDEO: Ivo Aichenbaum ASSESSORAMENTO ASTROLÓGICO Willy Gugliermo CÓRDOBA: ASTRÔNOMO Hernán Rossi Fraire MÚSICA Guillermo Ceballos ASSESSORAMENTO ASTRONÔMICO Guillermo Goldes LEIPZIG: ASSISTENTE DE DIREÇÃO Judith Schrodtkötter ASSESSORAMENTO María Cabrera Rivero ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Claudia Gartner, Franziska Janetzky RECEPÇÃO Annemarie Saß, Enrico Michelini, María Cabrera Rivero TÉCNICO DE VÍDEO Matthias Gruner FOTOGRAFIA Paúl Escobar TÉCNICO DE REDE Alexander Gross Agradecimentos: Observatório Sternwarte Eilenburg e o Museu Astronômico “D. F. Sarmiento – Dr. B. A. Gould” do Observatório Astronômico da Universidade Nacional de Córdoba.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.

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La Vidriera – POR

LA VIDRIERA (A Vidraça) (Audio-peça) (2010)   BiNeural-MonoKultur foi convidado para participar da mostra “Artistas Paralelos” dentro do Festival CIUDADES PARALELAS realizado em Buenos Aires. Tal mostra foi montada pela galeria de arte contemporânea Pasaje 17, que funcionou como o centro do festival. O grupo criou uma áudio-obra para a janela da galeria baseada em impressões sobre a rua Bartolomé Mitre. CIUDADES PARALELAS é um projeto com curadoria de Lola Arias e Stefan Kaegi. Os dois artistas convocaram outros artistas com a ideia de criar obras para casas, bibliotecas públicas, tribunais ou outros espaços funcionais que se tornariam observatórios de situações urbanas. As oito intervenções transformam lugares de uso cotidiano em cenários temporários e possibilitam ao espectador um acesso subjetivo a espaços concebidos para massas. Berlim, Buenos Aires, Varsóvia e Zurique foram as primeiras cidades onde este festival foi realizado. Em todas as cidades seguintes, os projetos são recontextualizados e levados a cena com performers locais.   La Vidriera” foi apresentada durante todo o período do festival na “Pasaje 17 – Galería de arte contemporáneo de APOC – OSPOCE” em novembro/dezembro de 2010.   FICHA TÉCNICA: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Voz: Mariano Muñoz Música: Guillermo Ceballos   DURAÇÃO: 9 min. aprox.   LINK a ARTISTAS PARALELAS: http://www.ciudadesparalelas.org/artistasparalelos.html LINK a CIUDADES PARALELAS: http://www.ciudadesparalelas.org/menu_espanol.html

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Proyecto Confesionarios – POR

PROYECTO CONFESIONARIOS – Construyendo un mapa emocional de la ciudad (PROJETO CONFESSIONÁRIOS – Construindo um mapa emocional da cidade) (2008 – 2012)   O confessionário, habitualmente entendido como espaço reservado e privado, como espaço de redenção, de intimidade, torna-se aqui um lugar exposto, visível por todos. O íntimo enfrenta o público, o escondido fica à vista. É possível a confissão privada em um espaço público? Um confessionário que se encontra na via pública, um objeto que contrasta com a realidade, descontextualizado de seu lugar de origem. Um habitáculo onde são ouvidas “confissões urbanas”, onde se repara no cotidiano. Em determinadas áreas da cidade é colocado um confessionário onde o espectador se senta, mas, em vez de se confessar, vai ali para ouvir “confissões urbanas”, para encontrar os rastros emocionais dos transeuntes com a cidade. O PROJETO CONFESSIONÁRIOS consiste em encontrar e seguir os rastros emocionais dos habitantes urbanos, cobrir a cidade com uma rede de lembranças íntimas, de confissões pessoais, criando assim um mapa alternativo da cidade, uma cartografia emocional. Através de entrevistas realizadas e, dentro do possível, de uma convocação no local, são compiladas “confissões urbanas” dos habitantes da cidade / do bairro. São acontecimentos nunca contados, que ocorreram em determinados espaços da cidade, como, por exemplo, em uma vizinhança ou um bairro específico. Estas “confissões” não são necessariamente acontecimentos graves, pecaminosos ou imorais, estão mais para acontecimentos privados, íntimos, que estão relacionados a pontos específicos de um determinado lugar: uma conversa em uma mesa de um bar, uma lembrança de um encontro naquela praça, um fato curioso desta esquina. O importante é que as confissões tenham sempre uma relação concreta com algum espaço determinado, criando desta forma coordenadas para traçar junto com os habitantes este mapa emocional da cidade. Os confessionários são colocados nos lugares citados, espaços onde ocorreram estes acontecimentos narrados pelas confissões. São pequenos gabinetes fechados, de cor azul e revestidos por um material transparente, concebidos pela cenógrafa alemã Hella Prokoph.   Foram realizadas as seguintes montagens deste projeto: – SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – Mostra SESC de Cultura, Juazeiro do Norte, Ceará (Brasil). 2010 – Córdoba (Argentina). 2008.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia: Ariel Dávila + Christina Ruf Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Design da cenografia: Hella Prokoph (Berlín, Alemanha) Realização da cenografía: Michael Martino (Sorocaba) Zé Cicero (Juazeiro do Norte) Arq. César Spalletti, Hella Prokoph (Córdoba) Produção geral: Felipe França González (Difusa Fronte[i]ra) (Córdoba, Sorocaba) George Belisario (Juazeiro do Norte)

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homo-migrator.www – POR

homo-migrator.www (Virtual Performances – laboratório para teatro virtual) (2011)   O projeto Virtual Performances – laboratório para teatro virtual nasceu no ano de 2008 e consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferência pela internet. homo-migrator.www gira em torno do tema da migração em geral e em relação à WorldWideWeb (www.): migração de pessoas, mas também migração de dados, bens, informação. O vídeo-chat se converteu na ferramenta fundamental de comunicação do migrante. A WorldWideWeb é o meio que aparece imprescindível para vender e comprar, nos comunicar, exibir e falsificar a nós mesmos. Quatro atores, alguns deles migrantes, outros com familiares no estrangeiro, interagem com o público de sus lugares de residência por meio do Skype. O que significa estar em outro lugar, ser estrangeiro nos tempos do ciberespaço?   Esta obra foi produzida com o apoio da residência artística de Nau Côclea, Camallera, Espanha (2010) e conta com o apoio do Fondo Nacional de las Artes (2011). Foi apresentada durante o Festival Internacional de Teatro MERCOSUR, Córdoba 2011 Camallera, Espanha (2010) y cuenta con el apoyo del Fondo Nacional de las Artes (2011).   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia geral: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Interpretação e dramaturgia: Alemanha/Berlim: Florian Loycke (Das Helmi) e Katharina Schröder Brasil/São Paulo: Ieltxu Martínez Ortueta (Kapota mas não breka) Colômbia/Bogotá: Santiago Merchant e Ricardo de la Vega (Santagalatea Proyect) Espanha/Madri, Burgos: Cecilia Peréz-Pradal (Cia. Puctum) Colaboração Alemanha (Desenvolvimento de cena): Meret Kiderlen Assistentes de cena: Gabriela Aguirre, Farina Bender, Tamara Franck, Jimena Garrido Conceito original (Virtual Performances): BiNeural-MonoKultur, Meret Kiderlen e Carolina Defossé   DURAÇÃO: 70 min. aprox.

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Conectados – POR

CONECTADOS (un proyecto de teatro documental) (CONECTADOS – um projeto de teatro documentário) com a Cía Puctum (2011)   Cinco imigrantes do bairro Matadero, em Madri, levam ao palco a relação que mantêm com seus países de origem através da internet. Um casal colombiano detém o recorde de comunicação por vídeo-conferência de 68 horas sem interrupções. Um bengali acompanha diariamente por skype o crescimento de seu bebê de um ano e oito meses. Do Senegal, uma mãe envia uma vídeo-mensagem com conselhos para seu filho. Uma atriz colombiana se conecta ao Brasil para consultar a avô de seu filho, que é vidente. E o ritmo de um rapper dominicano consegue encurtar as distâncias.   “Conectados” é o resultado da residência da Cia Puctum com o BiNeural-MonoKultur em El Ranchito (Matadero, Madri), de outubro a dezembro de 2011, e faz parte do “Virtual Performances – laboratório para teatro virtual”, que consiste em uma série de intervenções virtuais-teatrais por vídeo-conferência pela internet. As apresentações da obra foram realizadas em Matadero, Madri, em dezembro de 2011.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e dramaturgia: Cecilia Pérez-Pradal (Cía. Puctum) Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Vizinhos em cena: Faustino Felíz Herrand (Samy-El Gato Negro) // Rep. Dominicana Kader Abdul // Bangladesh Lida Fernanda Cardona // Colombia Moustapha Fall (Benja) // Senegal Mauro Benavidez Vasquez // Colombia (e parentes através do Skype) Design gráfico: Carlos Bueno Vídeo: Hernán Rossi, Ariel Dávila Fotografia: Melina Passadore Iluminação: Daniel Boto Técnico de som: Noel Armas Técnico de iluminação: Hugo Vacas Agradecimientos: Zoe Mediero, Ane Rodríguez Armendáriz, Vanesa Viloria, Luisa Fuentes Guaza, Intermediae, Todo Por la Práxis y Espacio Tangente.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.   LINK a CÍA PUCTUM (Cecilia Pérez-Pradal): https://puctumteatro.wordpress.com LINK a EL RANCHITO / MATADERO MADRID: http://elranchitomadrid.wordpress.com/convocatoria-abierta/proyectos-producidos/cia-puctum-bineural-monokultur

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