Bineural

eRRor – POR

eRRor- un juego con tra(d)ición (eRRo – um jogo com tra(d)ição) (Teatro não-ficcional) (2011 – 2014)   Um ator formado em genética e uma atriz que, por sua vez, é ativista dos povos contaminados por agrotóxicos na vida real, participam de um jogo onde o acaso e o erro são elementos fundamentais. Em um tabuleiro localizado em “El Estanciero” (“O Fazendeiro”, versão argentina de “O Banco Imobiliário”), os participantes avançam por distintas casas onde sua sorte é decidida. A soja, a vida do povo, o teatro, a militância e a biotecnologia entrarão em um coquetel entre ficção e realidade. A obra foi desenvolvida a partir de uma convocatória do final do ano 2010 feita pelo Instituto Goethe Córdoba sobre o ERRO em suas diversas acepções. Fomos escolhidos, entre outros, com um projeto que gira em torno de questões do erro e o cultivo de transgênicos na Argentina. Utilizando técnicas do teatro documentário e partindo de um olhar satírico, nos aproximamos de um tema da atualidade tanto a nível regional, quanto nacional e internacional: o problema dos povoados contaminados na província de Córdoba, as políticas nacionais e a economia dependente da agroexportação, as multinacionais do setor de biotecnologia e o controle do mercado alimentício mundial.   Esta obra estreou e fez parte do ciclo “Materialización [simbólica] del error”, organizado pelo Instituto Goethe Córdoba e ganhou subsídio para produção da Província e do Instituto Nacional do Teatro (2011).   Foi apresentada em: – 1° Festival “El Urondo – Festival de Teatro, Política e Sociedade”, Córdoba (Arg.). 2014. – 2º Festival “Estival del Teatro Independiente”, Córdoba (Arg.). 2014. – Participação na conferência via Skype do Festival transdisciplinario “Odisseia : clima” (Bremerhaven, Alemanha) falando sobre a incorporação de temáticas ambientais em nossos trabalhos, em especial sobre “eRRo – um jogo com tra(d)ição”. Teatro Stadttheater Bremerhaven (Alemania). 2013. – Festival de teatro para crianzas e adolescentes “Señores Niños ¡Al Teatro!”, Unquillo (Cba) e Córdoba Capital (Arg.). 2013. – Festival “100 Horas de Teatro”, Córdoba (Arg.). 2013. – Sala La Chacarita, Córdoba (Argentina). 2012. – Encuentro Socioambiental Cordobés, Malvinas Argentinas (Córdoba, Arg.). 2012. – Festival de Teatro de Rafaela, Rafaela (Argentina). 2012. – 12° Fiesta Regional de Teatro Centro Litoral 2012, Rosário e Oncativo (Arg.). 2012. – Sala Documenta/Escénicas, Córdoba (Argentina), 2012. – Fiesta Provincial de Teatro, Córdoba (Argentina). 2012. – Instituto Goethe Córdoba (Argentina). 2011.   Produção para o Instituto Goethe Córdoba. Setembro 2011.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção, dramaturgia: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Colaboração em conceito e dramaturgia: Hernán Rossi, Laura Gallo Intérpretes: Hernán Rossi (jogador verde), Laura Gallo (jogadora laranja) (*) e Gabriela Aguirre (árbitra) (**) Cenografia: Lilian Mendizábal Design sonoro: Yamil Burguener Vídeo: Hernán Rossi Câmara ao vivo, assistência de dramaturgia + produção, design do tabuleiro: Natalia Rojo Operação de luzes: Agustina Marquéz Operação de som e video: Ariel Dávila + Christina Ruf Produção: BiNeural-MonoKultur (*) subsistuída por Melina Passadore nas apresentações dos festivais “Señores Niños ¡Al Teatro!” e “100 Horas de Teatro” (2013). (**) subsistuída por Valeria Urigu na apresentação do Festival de Rafaela (2012).   DURAÇÃO: 90 min. aprox.  

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Otra Frecuencia – POR

OTRA FRECUENCIA – audioperformance de a dos (OUTRA FREQUÊNCIA – Audioperformance para dois) (2010 – 2016)   Uma obra interativa para duas pessoas. Cada par / dupla escuta nos fones de ouvido instruções de quatro personagens de ficção. A obra combina suspense, intriga e ficção científica. Os atores são os próprios espectadores que, em duplas, empreendem viagens bem diferentes, ousando alterar sua percepção do mundo a cada momento. Para entrar, basta colocar os fones e apertar “play” no mp3. A partir daí, cada um dos espectadores / participantes começa a transitar pelas vivências de um personagem virtual, cada um com uma missão a cumprir que envolve o outro.   Este espetáculo foi apresentado em: – Festival Internacional Cena CumpliCidades. Recife / Olinda (Pernambuco, Brasil). Outubro. 2016. – Virada Cultural, Sesc Vila Mariana, Ciudad de São Paulo (Brasil). Junho / Julho 2015. – Festival Internacional “PIROLOGÍAS VIII – Festival del Conurbano”, Buenos Aires (Arg). Outubro 2014. – Mostra Nacional de Teatro Independente “Rodolfo Gomez”, Río Cuarto / Córdoba (Arg.). Agosto 2014. – XIV Festival Internacional de las Artes FIA, San José (Costa Rica). Abril 2014. – VII Festival “Litoral Encena”, Caraguatatuba (Brasil). Outubro 2013. – Festival de Inverno do SESC Araraquara (Brasil). Julio /Agosto 2013. – Virada Cultural, Ciudad de Saõ Paulo (Brasil). Maio 2013. – SESC Riberão Preto, SP (Brasil). Novembro 2012. – SESC Santos, SP (Brasil). Agosto 2012. – Centro Cultural do Banco de Nordeste (BNB), Juazeiro do Norte, Ceará + Sousa, Paraíba (Brasil). Julho + Agosto 2012. – Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, Brasilia (Brasil). Julho 2012. – Festival de Teatro de Rafaela, Rafaela (Argentina). Julho 2012. – Festival Internacional de Teatro FIT, São José do Rio Preto, SP (Brasil). Julho 2012. – 1° Jornadas de Estudio de la Performance, UNC – Cepia, Córdoba (Argentina). Maio 2012. – Espacio Crearte, Córdoba (Argentina). Abril 2012. – Espacio La Cúpula Galeria de Arte / Media Lab, Córdoba (Arg.). 2011. – Instituto Humboldt, San Pedro Sula (Honduras). 2011. – Festival de Performance Habeas Corpus, Chateau CAC, Córdoba (Arg.). 2010.   FICHA TÉCNICA: Versão em espanhol: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Vozes: Marcelo Arbach, Magui Buteler, Ieltxu Ortueta Martínez eValeria Urigu Design sonoro e música: Guillermo Ceballos Versão em português: Conceito, roteiro e direção: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Vozes: Carlos Morelli, Manuela Afonso, Ieltxu Martínez Ortueta, Vanessa Bruno Design sonoro e música: Guillermo Ceballos Tradução para o português: Daniel Gonzalez Xavier Produção no Brasil: Felipe França Gonzalez (Difusa Fronte(i)ra)   DURAÇÃO: 45 min. aprox.

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URBANOTOPIAS DE LA INFANCIA – POR

URBANOTOPIAS DE LA INFANCIA (Urbanotopias da infância – Obra sonora interativa para crianças (e adultos)) junto com Plataforma Averso / Daniel Gonzalez Xavier (2016)   Um dia, no topo do morro Barón, na cidade de Valparaíso, um polvo amanhece dentro de um contêiner. Como chegou até ali? Ao sair de seu contêiner, o polvo encontra coisas esquecidas pelas crianças que brincavam no lugar no dia anterior, uns papéis com pistas misteriosas: uma caça ao tesouro!? Como é muito curioso, o polvo se põe a seguir as pistas e assim descobre o bairro da perspectiva das crianças – até chegar ao ponto final da caça ao tesouro: seu próprio contêiner. Essa espécie de audioguia fantástico foi criada a partir da experiência de uma oficina de dois dias que realizamos com meninos e meninas de diferentes bairros de Valparaíso. Trabalhamos e brincamos com eles em relação ao espaço urbano, implementando exercícios teatrais, escutas de paisagens sonoras urbanas, mapeamento coletivo e uma caça ao tesouro. O projeto trata de pesquisar de forma lúdica e sensível a relação entre os habitantes e seu bairro, além de estimular um imaginário criativo.   “Urbanotopias da infância” é o resultado da residência de produção durante o Festival Teatro Container em Valparaíso (Chile), que realizamos em conjunto com Plataforma Averso / Daniel Gonzalez Xavier (Brasil). As apresentações da obra foram realizadas durante o festival em março de 2016.   FICHA TÉCNICA: Realização e planejamento da oficina: Daniel Gonzalez Xavier, Ariel Dávila + Christina Ruf Conceito e realização de “Urbanotopias da infância”: Daniel Gonzalez Xavier, Ariel Dávila + Christina Ruf Roteiro e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Voz: Milca Galea Robles Músicas: “El Forastero” KAIKüL (Puerto Montt, Chile), Chiodata “Matutinal”, Monoceros “Little Cowboys”, foxdevilswild & carlmaria “Valparaiso”, “La Contienda” KAIKüL (Puerto Montt, Chile), Acoplex “Plug-inn”, Música Colegio Ana María Janer (Viña del Mar, Chile) “Puerto Valpo” Projeções: Entelequia Proyección Produção: Milca Galea Robles, Plataforma Averso, BiNeural-MonoKultur Co-Produção: Festival Teatro Container, Plataforma Averso, BiNeural-MonoKultur Agradecimentos a: as crianças do Morro Barón, Morro de la Cruz e Cordillera, a Don Osvaldo, Michelle Fredes, Kena Kokaly e os vizinhos do bairro.   DURAÇÃO: 35 minutos

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LA NUBE – POR

LA NUBE (A NUVEM) (Audiotour Cênico) (2013 – 2015)   Na cidade aparecem sinais causados por um fenômeno desconhecido: a cor diferente do céu em alguns dias, um leve zumbido, o comportamento das pessoas… Ocorrem incidentes incomuns, com cidadãos que parecem manipulados por algum enorme controle remoto imperceptível… Uma nuvem invisível envolve a cidade… Carla é uma das vítimas destes fenômenos que ninguém pode explicar. Mas está mais envolvida no que ela mesma crê. Mauro, um antigo amigo dela, volta ao país depois de muito tempo, se encarregando de revelar o mistério. Ele suspeita de que seu ex-professor Vicente Ludi está relacionado com o que está acontecendo. Enquanto isso, a Resistência Omega está se preparando para agir… O que é A NUVEM? Como atua? E de que forma se pode pará-la? Seguiremos estes personagens em seus caminhos pela cidade para encontrar respostas…   O que é um Audiotour Cênico? Um grupo de espectadores recebe um reprodutor de mp3 com fones de ouvido e segue os personagens em seu caminho pela cidade. O público escuta o relato de alguns narradores enigmáticos que acompanha a viagem. LA NUBE apresenta a continuação da busca artística do “El Viajante“, obra que também foi construída no formato de Audiotour Cênico. Este formato propõe que os personagens / atores percorram a cidade e interajam com o espaço e com seus habitantes. Um pequeno público segue acompanhando as aventuras dos personagens escutando através do mp3 e dos fones uma voz que narra sua história. Esta narração proporciona ao espetáculo uma base literária e por sua vez nos introduz nos pensamentos do personagem e seu clima sonoro. O conceito cênico trata de experimentar com o relato em off cinematográfico sobre um personagem ficcional em um espaço real urbano.   Esta obra recebeu o ‘Fondo Estímulo a la Actividad Teatral Cordobesa Featec’ (2013), o subsídio para produção do ‘Instituto Nacional del Teatro’ (2013) e conta com o apoio do ‘Instituto Goethe Córdoba’.   Este espetáculo foi convidado a participar em: – Fiesta Provincial de Teatro del Instituto Nacional del Teatro INT, Córdoba(Arg.). 2015. – Fiesta Regional del Teatro Centro Litoral del Instituto Nacional del Teatro INT, Venado Tuerto, Santa Fé (Arg). 2014. – Um registo de LA NUBE participou no marco da mostra “Soberanía del Uso”, curada por Federico Baeza e Sebastián Vidal Mackinson, na série “Invenções cênicas do cotidiano – Projecção de registos audiovisuais de experiências teatrais”. Espacio de Arte / Fundación OSDE, Buenos Aires (Arg). 2014. – ‘Fiesta Provincial de Teatro del Instituto Nacional del Teatro INT’, Córdoba(Arg.). 2014. – 2° ‘Festival “Estival”‘, Córdoba (Arg.). 2014. – 1° ‘Festival de Estrenos’, Córdoba (Argentina). 2013.   FICHA TÉCNICA: Atuação: Melina Passadore/ Gabriela Aguirre, Marcos Cáceres e José Manuel Solís Vozes: Alicia Vissani, Gabriela Aguirre, Marcelo Arbach e Rodrigo Fonseca Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Conceito, direção, roteiro e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Produção executiva: María Luisa Stille e Priscila Sansica Objetos cênicos, figurinos, penteados: Mercedes Coutsiers com Nadia Budini, Rocio Juncos e Estefania De Gennaro Stencils: Pablo Huespe Gráfica: Natalia Rojo Extras: Selene Gualino, Lucia Custo, Juan José Gagliesi, Malena Marta Demin, Florencia Molina, Gabriel Chiappero, Clara Segura, Romina Enrria, Nancy Gallardo, Florencia Illanes e convidados especiais. Agradecimentos: Café Moreno, Superpark e Espacios Verdes da Prefeitura de Córdoba.   DURAÇÃO: 60 min.

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El Viajante – POR

EL VIAJANTE (Audiotour Escénico) (O VIAJANTE – Audiotour Cênico) (2009 – …)   Ele sabe. Este é o fim, o último dia. Ele sonhou isso na noite passada e o sonho era claro: Este dia seria o último. O círculo se completou… Tudo o que faria, seria pela última vez… Acompanhamos o VIAJANTE em seu último dia. Fomos convocados pela COMPANHIA. O fim está próximo. Um tornado ameaça a cidade. Mas vocês podem se salvar.   Um grupo de espectadores recebe um tocador de mp3 e fones de ouvido e segue um personagem em seu caminho pela cidade. O público escuta a voz de um narrador enigmático, que acompanha o percurso do personagem misterioso. O Viajante é uma obra onde há um personagem principal que percorre uma cidade e interage com o espaço e com seus habitantes. Caminhando, um pequeno grupo do público segue as peripécias deste personagem escutando pelos fones de ouvido uma voz que narra sua história. Esta narração dá à obra uma aura literária e ao mesmo tempo nos introduz nos pensamentos do personagem e em seu clima sonoro. O conceito cênico busca fazer uma experiência com o relato cinematográfico em off sobre um personagem ficcional em um espaço urbano real tangível. A cidade é o cenário desta experiência que foi realizada em quatro locais até o momento. A primeira foi com o título “Construindo João”, no Crato, Brasil (2009), com características completamente documentais; a segunda montagem foi feita em Berlim com o nome “Der Handlungsreisende” (O Viajante, 2010) e foi totalmente ficcional. Na terceira, em Sorocaba (Brasil, 2012), foram fundidos os dois elementos. Em 2018 retomamos o projeto para apresentá-lo no Festival Sudaka, em Quito (Equador). Fizemos uma edição completamente nova, integrando elementos interativos para o público. Os espectadores recebem um papel com uma missão e têm que cumprir várias tarefas com o Viajante para chegar ao objetivo.   Este espetáculo foi apresentado em: – Festival Sudaka 9, Quito (Ecuador). 2018. – SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – Festival 100°Berlin, no teatro HAU (Hebbel am Ufer), Berlim (Alemanha). 2010. – Festival Mostra Sesc Cariri de Cultura, Crato, Ceará (Brasil). 2009.   FICHA TÉCNICA: QUITO: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Voz: Gabriela Aguirre Intérprete: Ariel Dávila Assistente de produção: Sam Romero Co-produção: BiNeural-MonoKultur y Festival Sudaka Agradecimentos: Bar La Cucaya (Centro Cultural Cumandá) SOROCABA: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Intérprete: Ieltxu Martínez Ortueta Narrador: Gui Martelli Altmayer Participação especial de: Wellington, Dona Isa e Seu Celso, Dona Cida, Seu Milton e Claudinei Pesquisa: Felipe França Gonzalez e Jan Angelim Tradução: Meire Nunes Coprodução: BiNeural-MonoKultur, Difusa Fronte(i)ra e SESC Sorocaba BERLIN: Conceito, roteiro, objetos cênicos + dirección: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro: Guillermo Ceballos Intérprete: Frank Rebel Narrador: Jochen Ganser CRATO: Conceito, dramaturgia e direção: Ariel Dávila + Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Intérprete: Joseph Olegario Narrador: Geraldo Junior Participação especial de: “Côca” do Socorro Silva, Samara Inácio, Silvania Siebra David, Jucilane Parente, Corrinha do Socorro Araújo, Marlene Freire Gonçalves dos Santos, José Alves Com músicas de: Dr. Raiz, Teixerinha, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Guillermo Ceballos. Edição de áudio: BiNeural-MonoKultur, Hélio Filho Tradução: Felipe França Gonzalez e Meire Nunes Produção geral e pesquisa: George Belisário Assistente de produção: Alessandro Reinaldo Coprodução: BiNeural-MonoKultur + Mostra SESC Cariri de Cultura   DURAÇÃO: 45 min. aprox.

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RECONSTRUCCIÓN – POR

RECONSTRUCCIÓN – el modus operandi de las imágenes (RECONSTRUÇÃO – o modus operandi das imagens) (Performance interativa) (2013 – 2018)   RECONSTRUÇÃO surgiu a partir do convite para participar do ciclo de performances “EN VIVO”, em Buenos Aires, com curadoria de Sofia Medici. Criamos uma performance interativa que é realizada com a participação do público. Trata-se de reconstruir fatos reais através de imagens / fotografias publicadas. Alguns dos espectadores recebem números e com cada número serão convocados para reconstruir as imagens. Para isso, devem seguir as instruções que recebem por alto-falante, sem saber qual imagem estão reconstruindo. Quando a (re-)composição estiver terminada, tira-se uma foto para compará-la depois com a imagem original. Depois é projetado um texto que informa sobre o feito da foto original (o que havia acontecido, onde e quando foi). Trata-se de refletir no próprio corpo do expectador-participante aquilo que pode ter passado na situação real original, além de analisar a composição do registro desse fato: o que dizem os corpos, as expressões, as posições etc. Neste processo de reconstrução se aborda a realidade representada em imagens. Uma realidade que nos chega mediatizada, manipulada, distorcida no momento de ser capturada em foto. Mas também é feita uma reflexão sobre o fato documentado na imagem e como ele repercute no corpo do público participante. Trabalhamos sobre imagens de diferentes fatos políticos, históricos e sociais registrados pela mídia. São tanto imagens conhecidas internacionalmente como também algumas de importância mais regional. Nas “sessões” de reconstruções trabalhamos com imagens emblemáticas sobre distintos temas da história recente ou nos focamos em temáticas específicas (e usando não penas fotografias mas percorrendo também outros registros como a pintura) como por exemplo: – comemorando a data da reforma universitária de 1918 em Córdoba trabalhamos com rebeliões e revoluções (2015) – no dia do bicentenário da Declaração de Independência da Argentina desenvolvemos reconstruções de imagens relacionadas à independência (em um sentido amplo) (2016) – por ocasião do aniversário da reunificação alemã, trabalhamos sobe o muro fazendo um percurso desde o fim da Segunda Guerra Mundial até a queda do muro (2017) (esta ultima apresentação foi no Colegio Alemão e em alemão).   Este espetáculo foi apresentado em: – Universidade Pedagógica Nacional Francisco Morazán, San Pedro Sula (Honduras). Dezembro 2018. – Universidade Nacional Autônoma de Honduras en el Valle de Sula, San Pedro Sula (Honduras). Dezembro 2018. – Colegio Alemán, Córdoba Capital (Arg.). Novembro 2017. – Noche de los Museos (Noite dos Museus), Museo de la Reforma, Córdoba (Arg.). Julho 2016. – Noche de los Museos (Noite dos Museus), Museo de la Reforma, Córdoba. Novembro 2015. – Série “EN VIVO”, de curadoria de Sofia Medici, “Pasaje 17 – Galería de arte contemporáneo de APOC – OSPOCE”, Buenos Aires. Junho 2013.   FICHA TÉCNICA: Conceito, direção e realização: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Apresentadora: Gabriela Aguirre (2015 + 2016) Disenho sonoro: Guillermo Ceballos Disenho gráfico: Natalia Rojo Operadora de som: Selene Gualino (2016) Registro fotográfico e vídeo: Belén Escobar (2015 + 2016)   DURAÇÃO: entre 30 – 50 minutos

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MONSTRUOS – POR

MONSTRUOS Experiencia sonora interactiva para niños aventureros (MONSTROS – Experiência sonora interativa para crianças aventureiras ) (2015 – 2018)   Vocês foram convidados a visitar o famoso e único “INSTITUTO DE MONSTROLOGÍA”! Aqui podem conhecer os tais chamados “monstruos del cotidiano”, entre eles exemplares como o “monstro da preguiça” ou o temido “monstro do medo”… Tudo vai bem durante a visita até que de repente soa um alarme: Um monstro escapou!!! Vocês nos ajudam a encontrá-lo? MONSTROS é una obra interativa. Os participantes recebem fones de ouvido e mp3 e seguem as instruções da especialista em monstrologia, a senhora Gertrudis. Em grupos de 4 inicam a aventura que começa com a visita ao instituto e as levará a uma viagem monstruosa cheia de surpresas.   Para toda a família, recomendado a partir dos 4 anos. Sessões a cada 15 minutos para 4 pessoas.   Esta obra recebeu uma Menção Especial do Júri dos Prêmios ATINA (Argentina, 2017), o Prêmio Provincial do Teatro na categoria “Melhor peça de bonecos / marionetes” (2016), o “Prêmio à à Criação e Produção Teatral Independente” (2015) e o “Subsídio para produção” do Instituto Nacional do Teatro (2015).   APRESENTAÇÕES: – Teatro “Ciudad de las Artes”, Córdoba (Argentina). (Agosto 2018) – Festival de Teatro “Bahia Teatro”, Bahia Blanca (Buenos Aires, Arg.). (Maio 2018) – Teatro “La Chacarita”, Córdoba (Argentina). (Abril 2018) – Centro Cultural Córdoba, Córdoba (Arg.). (Maio 2017) – 8° Festival Internacional de Teatro para Crianças e Jovens, Córdoba (Argentina). (Outobro 2016) – Festival de Teatro de Rafaela (Santa Fé, Arg.). (Julho 2016) – Espaço cultural “Salón de Usos Culturales (SUC)” do Parque “Las Tejas”, Córdoba (Arg.). (Abril, julho, outubro e novembro 2016) – Festival “Fiesta Provincial de Teatro” del Instituto Nacional del Teatro INT, Córdoba (Arg.). (Março 2016) – Teatro “La Chacarita”, Córdoba (Argentina). (Marzo 2016) – Centro Cultural “Casa de la Historia y la Cultura del Bicentenario”, Las Varillas (Córdoba, Arg.). (Janeiro 2016) – Centro Cultural Córdoba, Córdoba (Arg.). (Outubro 2015) – Teatro María Castaña, Córdoba (Arg.). (Agosto + Setembro 2015)   FICHA TÉCNICA: Conceito, dramaturgia, direção e produção geral: Christina Ruf + Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) Atores – Vozes: Gabriela Aguirre, Adrián Azaceta e Carlos Piñero Música original e design sonoro: Guillermo Ceballos Atores – Manipuladores de objetos e títeres – Guias: Selene Gualino, Florencia Molina, Romina Enrria e Gabriel Chiappero + Agustín Luque Design de cenografia, adereços e vestuário: Ariel Merlo Realização da cenografia, adereços e vestuário: Ariel Merlo, Iván Savorgnan e Ana María Albó Design e realização de títeres e objetos: Aníbal Arce y Carlos Barahona Design de iluminação: Rafael Rodríguez Design gráfico: Natalia Rojo Assessoramento em dramaturgia e em manipulação de objetos: Carlos Piñero Produção executiva / Difusão: Priscila Sansica   DURAÇÃO: 50 minutos (para cada grupo)

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Audiotour Ficcional – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – …)   O projeto Audiotour Ficcional é uma experiência sonora individual onde a cidade é tomada como cenário para um percurso ficcional. Com um tocador de mp3 e fones de ouvido o espectador percorre sozinho as ruas de uma cidade escutando uma história que mescla ficção com fatos reais-históricos. Por dia, milhões de pedestres transitam pelas ruas das cidades, cegos pelo seu próprio cotidiano. Edifícios, detalhes da cidade, pontos históricos, intervenções gráficas e até outros habitantes que dividem o mesmo espaço urbano são ignorados pelos transeuntes. Voltar a prestar atenção aos detalhes ao nosso redor, valorizando a cidade não como continente de vidas atarefadas, mas como espaço em si, com sinais e particularidades que revelam e inspiram, que denunciam e transgridem, que mostram e desmentem. É necessário romper com o olhar óbvio, com o trajeto habitual, com o pensamento alienado do dia-a-dia para repensar a cidade e apreciar seu patrimônio tangível e intangível. É importante o papel do público que, de espectador passivo, passa a ser protagonista de sua própria aventura em um cenário urbano, com personagens (reais ou fictícios?) que também interferem no jogo. Desde 2005 até o momento realizamos numerosas obras com o formato do Audiotour Ficcional. Cada realização é única, não transferível a outro lugar. Cada uma leva aproximadamente um mês de trabalho, conta com uma ampla pesquisa sobre o lugar da montagem, um roteiro próprio e uma própria trilha sonora.   Para conhecer as diferentes obras no formato do Audiotour Ficcional que foram produzidas em português, entre nos links: – “Grãos de História”. Dentro da programação do projeto “100 anos de histórias” que celebra o centenário do complexo K.K.K.K., patrimônio histórico do Vale do Ribeira, SESC Registro, SP (Brasil). 2023. – “O Homen do Chapéu”. Festival de Inverno, SESC Santo André / Paranapiacaba, SP. (Brasil). 2018. – “A Máquina do tempo”. Na programação social para o congreso internacional ICSEMIS + Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas. Santos, SP ( Brasil). 2016 – “O Círculo mágico“. Sesc Jundiaí, SP (Brasil). 2016. – Reedição de “operación 7.02” (operação 7.02) por ocasião do 10° aniversário, Festival Internacional de Teatro MERCOSUR. Córdoba (Argentina). 2015. – “Território Ocupado”. Festival “Mês da Cultura Independente – MCI”. Prefeitura de São Paulo Cultura, SP (Brasil). 2014. – “La Resistencia”. Em “Julio, Mes de Cultura” e “Bienal Internacional de Esculturas”, Resistencia, Chaco (Argentina). 2014. – Atualização e versão em tres línguas de “Entre Mundos“. VI Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade “O Melhor de Ambos os Mundos”. Bertioga, SP (Brasil). 2014. – “À margem do rio”. Festival “Lugares da Memória”. SESC Piracicaba, Sao Pablo (Brasil). 2013. – “Meu nome é Vera”, Centro Cultural da Juventude CCJ, São Pablo (Brasil). 2012. – “Seguindo o caminho dos quatro elementos”, SESC Sorocaba, SP (Brasil). 2012. – “Los Filántropos” (Os Filántropos), Festival de Teatro de Rafaela, Santa Fe (Argentina). 2011. – “Pio Lourenço – O rastro das palavras”, Mostra Infinito Interior, SESC Araraquara. SP (Brasil). 2009. – “A Deriva”, Mostra SESC Santos Permanente Transitório: o espaço expandido. Santos, SP (Brasil). 2008. – “Entre mundos – diario de um Caraíba”, SESC Bertioga, SP (Brasil). En la programación permanente de la unidad desde abril del 2008 hasta fines del 2009. – “La culpa la tiene Niemeyer! – A última trilha de J.F.”, Mostra SESC de Artes Circulações. Ciudad de São Pablo, SP (Brasil). 2007. – “O caminho X”, Festival Internacional de Teatro FIT, São José do Rio Preto, SP (Brasil). 2007. – “Operación 7.02” (Operação 7.02), Festival Internacional de Teatro MERCOSUR. Córdoba (Argentina). 2005.   DURAÇÃO: 60 min. aprox.    

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O HOMEN DO CHAPEU – POR

AUDIOTOUR FICCIONAL (2005 – 2018)   O HOMEN DO CHAPEU   (XVIII Festival de Inverno, SESC Santo André / Paranapiacaba, SP (Brasil). 2018)   Ágata cuida de Nenê em um asilo em São Paulo. A velhinha lhe conta uma história intrigante de sua vida em Paranapiacaba e Ágata decide viajar até a vila para saber mais. Ela vai atrás de pistas da vida de Nenê, de sua tia Emília e de um enigmático homem com chapéu. Logo Ágata se depara com muitas perguntas em aberto: O que teria acontecido naquela época com a tia Emília para que fosse embora da vila? Quem é este homem do chapéu? E por que Nenê está tão interessada nele? O que começa como um passeio pela cidade natal de Nenê, torna-se passo a passo uma história policial na qual suas personagens e a história do lugar se confundem entre a neblina e as palavras de Ágata.     FICHA TÉCNICA: Ideia, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf (BiNeural-MonoKultur) Design sonoro e música original: Guillermo Ceballos Voz: Ana Luiza Leão Pesquisa: Ariel Dávila, Christina Ruf, Gabriela Giannetti Assessoramento histórico: Eduardo Pin Tradução ao português: Alessandro Atanes Poesias citadas: Trechos de “Vila Mágica” e “Moça formosa da estação” de Francisca de Araújo Design gráfico carteirinha do clube: Natalia Rojo Produção local: Gabriela Giannetti Produção geral: Felipe França Gonzalez Agradecimentos: Zélia Paralego, Pedro de Souza Maia e Priscila Paralego – ‘Os Memorialistas’, Tatiana Machado, Vilma Rosa, Alexandre e Igor Almeida Oshiro, Maria Aparecida Carillo (Cida), Geyson Ric, Marcia Salvador Tersetti, Leandro Machado, Enrique Portela Silva Co-produção: BiNeural-MonoKultur + Difusa Fronteira Realização: SESC Santo André   PESQUISA: Paranapiacaba tem uma história muito particular que está ligada à ferrovia. É uma vila criada por engenheiros ingleses na metade do século XIX na Serra do Mar, próxima a São Paulo. A finalidade era desenvolver e construir um sistema funicular de carga de mercadorias e também de passageiros que comunicava o porto de Santos com o interior do Estado de São Paulo. Poderíamos dizer que Paranapiacaba tem um caráter especial, com sua localização na serra em meio à Mata Atlântica, seu estilo arquitetônico inglês (incluindo um relógio que imita o Big Ben de Londres) e a neblina densa que sobe quase diariamente do Atlântico e envolve a vila por completo. Realizamos a pesquisa histórica assessorados por Eduardo Pin e conhecemos a idiossincrasia desta pequena cidade e a forma como se organizava socialmente na época da ferrovia: Havia uma clara hierarquia segundo as categorias de trabalhadores, e as casas e edifícios também eram distribuídos seguindo esse critério. Nos chamou a atenção que na história do lugar as mulheres quase não eram mencionadas. Elas apareciam em registros fotográficos, talvez fossem conhecidas por causa de quem se casavam (mas só se fossem parte de alguma família mais proeminente), mas quase não se sabe nada delas. Encontramos no Clube União Lyra Serrano uma daquelas fotos com mulheres e a tomamos como ponto de partida para imaginar a vida delas. Nos ajudaram alguns relatos sobre a vida social e assim desenvolvemos o roteiro a partir desse ponto de partida. Por sua neblina, sua arquitetura e em parte pela quantidade de lendas e histórias com que conta, a vila nos propôs escrever um Audiotour Ficcional de gênero policial noir e com um toque feminista. Assim nasceu a história que fala de várias gerações de mulheres e de um crime relacionado com o misterioso homem do chapéu.  

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No muy Vian – POR

Não muito Vian (No muy Vian) (2017 – 2018)   A peça tem seu ponto de partida nos textos do francês Boris Vian, os esquetes do comediante alemão Loriot e os filmes do diretor finlandês Aki Kaurismäki e tecem essas influências em uma história extravagante. Durante o desenvolvimento da peça, também se tratava da investigação da intertextualidade, do minimalismo na atuação e do humor. Enrique, um artista que se considera um gênio, sofre uma profunda crise depois de receber uma crítica ruim e decide suicidar-se. Mas, como ele não consegue se matar, ele acabou por contratou um assassino por contrato. Pouco tempo depois, no entanto, ele encontra uma mulher e se apaixona por ela. Agora ele não quer mais morrer e tenta desfazer o contrato…   Apresentações: – Teatro “Azucena Carmona” / Teatro Real, Córdoba (Arg.). (Agosto 2018) – Festival “Fiesta Provincial de Teatro” organizado pelo Instituto National de Teatro INT, Córdoba (Argentina). (Dezembro 2017) – Teatro “Espacio Blick”, Córdoba (Arg.). (Junho, Setembro, Outubro 2017)   FICHA TÉCNICA Intérpretes: Alicia Vissani, Tisso Solís Vargas, Mauro Alegret + Ariel Dávila Voz off Marta: Julieta Daga Dramaturgia e direção: Ariel Dávila Assistente de direção: Christina Ruf Design de cenografia, adereços e vestuário: BiNeural-MonoKultur Realização cenografia: Iván Savorgnan Realização adereços e vestuário: Mercedes Coutsiers + Mauro Ferruchi Design e realição de máscaras: Aníbal Arce Design de iluminação: Facundo Dominguez Operação de luzes: Luis Ramirez / Priscila Sansica Operação de som: Christina Ruf Design gráfico: Natalia Rojo Fotos: Belén Escobar Produção geral: BiNeural-MonoKultur   DURAÇÃO: 70 minutos

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